quarta-feira, abril 15

Poemas de jantar

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(...) Sou uma impudência
a mesa posta de um verso
onde o possa escrever
ó subalimentados do sonho!
a poesia é para comer.

Ora aí está: uma francesinha, uma stout [a minha cerveja preferida], e um excerto de A defesa do Poeta, de Natália Correia! Tão pouco! Para ser feliz! [por favor, ala privada, não perguntem pelos bróculos :)]

7 Comments:

PAS[Ç]SOS said...

... e como digestivo?...

Claudia Sousa Dias said...

não sou capaz de comer uma...
mas um crepe paganini...


:-)

seguido de um Beethoven, claro

e acompanhado de um gigentesco copo de sumo de laranja natural!

Malina said...

As francesinhas ali do Campo Alegre (Capa Negra, não é?)são divinais. Ainda bem que já jantei, pra não ficar com raiva:)

Toze said...

Aí está uma coisa que não como, mas apenas só por imbirração.

Mas aceito a Stout e claro, a grande Natália :)

Daniel Silva (Lobinho) said...

Hoje nao podia estar melhor ;)

Daniel

K said...

Ai, como concordo contigo!!!!

Miguel Vaz said...

As francesinhas do Porto Beer são boas mas as do Capa Negra são melhores. E as do Verso em Pedra (junto à Alfândega), essas então, são de mais!