Deixa-me ser assim só/ Ser nuvem, ser dó/Ser vento, ser norte/ Ser alma, ser sorte/ Ser dia nenhum/ Deixa-me ser margem/ Do rio que sou/ Ser rua estreita/ De qualquer viela/Ser barco à vela/ Do mar que não vejo
Imagem: Armindo Moreira
quarta-feira, abril 8
Deixa-me ser
Etiquetas: poemas
Subscribe to:
Enviar comentários (Atom)


14 Comments:
imagem e palavras em perfeita sintonia!
Não se vê o mar, de facto. Vê-se o Douro e o barco à vela....a foto é lindíssima e apetece mesmo embarcar e partir com o vento...
parabéns à poeta e ao fotógrafo!
csd
A mim apetecia-me ficar sentada a observar essa bela paisagem...
Abraços
Sê rio de vento
margem de dia sem sol
em cada rua qu’invento
sonata em mi bemol
Sê vela de barco sem mar
rio correndo para norte
alma na viela a desaguar
Sê tu! Sê tua sorte!
Para quem gostou da fotografia, nada com estar mesmo lá.
Primeira vez por aqui, beijinho
Lindo poema,Marta,Parabéns.feliz páscoa.abraço do james.
LINDO
Tantos falam do mar. Mas quem o conhece? Quem anda com ele? Quem quer conhecê-lo e não apenas olhá-lo? De longe.
ser vento e ser norte, ainda te vou roubar este texto... que toca na pele.
Aclive!!??!
É pois é?
Maria Benedita
Fica aqui o aviso de que um dia destes serei eu a "roubar-te" o poema.
ser pássaro
promessa de voo ~
( deixa-me...
de olhos-fechados,
~
Nada a declarar :) abraço-vos.
e sorrio.
Post a Comment