domingo, abril 19

Diz o que viu


Escreve numa sala grande e quase

Vazia

Não precisa de livro nem de arquivos

A sua arte é filha da memória

Diz o que viu

E o sol do que olhou para sempre o aclara
Sophia de Mello Breyner Andresen in Ilhas, pag. 69, Texto Editora, 1990
Imagem: autor desconhecido

6 Comments:

Whesley Fagliari dos Santos said...

Olá Marta,

Antes de mais nada adorei o nome do seu espaço, é imensamente criativo e diferente... E não deixa de ser um grito de indepêndencia... Ou não?

A Sophia de Mello Breyner tem uma poesia tão magnífica e tão envolvente que... Sou apaixonado por seus versos... Muito boa a sua escolha de postagem... Parabéns!

Com carinho,
Whesley Fagliari - Amigo da Sofia

Su said...

...e vÊ tão bem............

(excelente escolha)


jocas maradas .....

Gisela said...

são lindas estas palavras de Sophia!
(os arquivos da memória)...

beijinhos

PAS[Ç]SOS said...

Pode-se escrever de memórias, pode-se escrever sobre o que se olha ou o que se ouve, porém o mais fascinante será a escrita sobre o que foi iluminado por um sol que obrigou a sentir.

Marta said...

Whesley:
bem-vindo:)devo dizer que o nome do meu blog não é criação minha!
é de uma amiga que, com frequência, me cumprimenta assim!
Há vida em Marta! diz ela, e eu apenas me limitei a acreditar!
Quanto a Sophia, pois fico feliz!
Pois para mim, é impossível não gostar!

Su, Gisela e Passos,

pois é sempre bom, [re]vê-los aqui :)

beijinhos

Dalaila said...

escreve onde as paredes deixam....