quinta-feira, abril 23

E se me recomendassem um livro?


E, ainda, para assinalar o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, pedia-vos um favor! Que me recomendassem um livro! Isso, um livro de que tenham gostado muito! íssimo!

Eu, ando a ler várias coisas, como sempre! Mas não resisto a recomendar um! Ainda não o terminei e sei que será um dos livros da minha vida!

Chama-se SOMOS O ESQUECIMENTO QUE SEREMOS! E apetecia-me meter férias para o acabar de ler. Assim, de uma vez só! Por outro lado, não me apetece chegar ao fim! Sabem como é? Pois é! Entretanto, e porque falamos de livros, quero agradecer ao Paulo, a descoberta de Ondjaki e à Malina, a descoberta de Ingeborg Bachmann! São novos caminhos que descubro, por aí! E sabem-me tão bem!

Em breve, contarei o que dizem os novos livros do Valter Hugo Mãe. Ontem, fui ouvi-lo à Fnac. A verdadeira História dos Pássaros e O Homem Calado já estão na minha mesinha de cabeceira! Agora, vou visitar-vos!

29 Comments:

Patti said...

Cá vão eles, assim de repente. Mas eu sou um perigo e outros me virão logo, logo à cabeça:

A Esmeralda Partida – Fernando Campos

A Casa do Pó – Fernando Campos

Crónica Esquecida d’ El Rei D. João II – Seomara da Veiga Ferreira

As Vidas de Elisa Antunes – Guilherme de Melo

Trilogia: O Fogo do Céu, O Jovem Persa, Jogos Funerários – Mary Renault

A Esposa do Deus do Fogo – Amy Tan

Das Tripas Coração – Ana Nobre de Gusmão

A Rainha do Sul – Arturo Pérez-Reverte

A Louca da Casa – Rosa Montero

SILÊNCIO CULPADO said...

Marta

Há um livro que te recomendaria sem pensar duas vezes mas que certamente não o irás encontrar na snossas livrarias apesar de se tratar dum autor português. Chama-se "Pele" de Henrique Galvão. Um romance fascinante, magistralmente escrito e que se devora a ler.
Também gostei da peça de teatro "O Amor do Soldado" de Jorge Amado.
Mais outro? As Mãos de Abraão Zacutt de Luis de Stau Monteiro.
São livros soberbos mas pouco divulgados por razões que depois me dirás.

Beijos

PS Essa promessa da poesia em voz alta eu não vou esquecer. Adoraria.

num relance said...

Os passos em volta, Herberto Helder
O poeta nu, Jorge Sousa Braga
The last lecture, Randy Pausch

Woman Once a Bird said...

Minha linda:
Assim de gostar muito muito muito, já sabes o que recomendo. Curiosamente, tenho preferência pelos contos, o que é estranho, porque por norma não gosto de contos - mas Clarice é Clarice. :)

Já agora, há um livrinho que li há anos e que gostei muito na altura - A Sombra de Foucault, de Patrícia Duncker. Não é fácil de encontrar, infelizmente.

Depois, um que tenho na cabeceira há algum tempo, mas ainda não consegui começar a ler (e provavelmente já o leste como, de resto, todos os outros que referi) que é A Campânula de Vidro da Sylvia Plath.

Besos.

adevidacomedia said...

Um dia destes, pegarei em todos os textos teus, escritos e por escrever, e mostrarei ao mundo as páginas de que és feita. E então aí, minha querida mana, quem quiser perceberá, de vez, que todas as palavras te procuram...Beijo!

Tiago Taron said...

Noites Brancas, Fiodor Dostoiewski

Eduardo Trindade said...

Marta!
Não sei se vais encontrar por aí, mas eu recomendo fortemente "A Máquina", de Adriana Falcão.
E também "O Conto da Ilha Desconhecida", do Saramago, mas esse talvez tu já tenhas lindo. (Sugestões de leitura não faltam, apesar de eu não conhecer tão bem o tue gosto...)
Abraços!

tcl said...

Assim de repente, entre leituras antigas e recentes...

A sombra do vento, de Carlos Ruiz Zafón

O Deus das pequenas coisas, de Arundhati Roy

A cidade dos prodígios, de Eduardo Mendoza

Mulher em branco, de Rodrigo Guedes de Carvalho

A trilogia de Italo calvino, Os nossos antepassados

rps said...
Este comentário foi removido pelo autor.
rps said...

eu aconselho a leitura de todo o blogue do Funes, desde 2004.

so_she_says said...

Pensar é Transgredir - Lya Luft

O Mundo é Pequeno - David Lodge

O Jogo de Geraldo - Stephen King

A Sala das Perguntas - Fernando Campos

O Riso de Deus - António Alçada Baptista

Funes, o memorioso said...

"A Arte da Prudência", de Baltasar Gracian.

K said...

A devidacomedia disse tudo!Existem as tuas palavras que davam mais que um livro!

E livros há muitos, principalmente aqueles que compartiho a ler deitado na cama.

Beijo

alice said...

:) eu sugiro águia no céu, é um dos livros que mais me marcou. mas o que eu gosto mesmo de ler são os policiais... não leio romances nem poesia, actualmente... beijinhos.

mateo said...

Prefiro aceitar as tuas propostas...
Beijo.

Dalaila said...

Tu és mais que qualquer livro que já foi escrito....

O meu livro de sempre são as vivências, as amizades, os que ainda não foram escritos.

Há um que me acompanha sempre: O velho e o mar

beijinhos linda

Marta said...

Patti: obrigada! De todos, só li a Louca da Casa!

Lídia: ainda não li, nenhum. Mas, asseguro-lhe qiue vou procurar!

Num relance: o último já o tinha em nota. Ainda não li.


WOAB: sim, andamos por caminhos iguais, MAS A Sombra de Foucault, de Patrícia Duncker, não li. Vou à procura!

Tiago: ESSE pequeno grande livro, é um dos livros da minha vida! :) :) :)[suspiro. é tão lindo!]

Eduardo: o meu gosto... o meu gosto...é gostar de ler! :=) Saramago. Sempre. O outro, não conheço.

TCL. Ainda não li A cidade dos prodígios, de Eduardo Mendoza e a Mulher em branco, de Rodrigo Guedes de Carvalho. Dele, só li a Casa Quieta!

RPS: mil sorrisos :) :) :) para ti!

So She Says: falta-me A Sala das Perguntas - Fernando Campos, O Riso de Deus, li-o 2 vezes :)

Prof. Funes: vou comprar hoje!

K: pois é exactamente esses que eu quero saber: os que compartilhas com na cama ou com a cama! pode ser!? Apenas um, pronto :)

Alice: eu tb gosto de policiais! Já experimentou os do cubano Leonardo Padura? pois experimente :)

Mano lindo: nós falamos depois!

Mateo: não é justo :)

Obrigada a todos, pelas sugestões aqui deixadas. Obrigada mesmo!

Marta said...

Aos amigos de carne e osso:
a vossa amizade, em algumas palavras, faz-me corar :)
Tanto meu DEUS! Tanto! Só para mim!

Ponto final. Mudar de Linha :)

sonja valentina said...

assim temos:

"os factos da vida", de graham joyce

"história de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar", de luís sepúlveda

"ópio", de maxence fermine

"em louvor das mulheres maduras", de stephen vizinczey

"pequenas infâmias", de carmen posadas

há mais dois ou três que recomendaria, mas já o fizeram aqui, por isso não vamos cair em repetições.

boas leituras!!!!

Gi said...

Para mim todos os de Mia Couto.

Paula said...

"A Saga De Um Pensador" de Augusto Cury

Beijos

CA said...

Tanta gente culta, tanto livro, eu n gosto nada disso, dá angústias e dores no peito

Recomendo, querida Marta:

- A Bola
- Caras
- Borda d'Água (prás viagens)
- "A minha vida é uma bolha" (quase a sair, isto é, a rebentar)

Bjs

Marta said...

Sonja: falta-me o Ópio! vou registar esse, na lista de compras :)

GI: Mia Couto, forever :) eu, todos tb!

Paula: ainda não li, obrigada!

CA: essas dores no peito não serão causadas por Roland Barthes? digo eu, assim, a tentar adivinhar :)

A Bola, não tenho cultura suficiente para isso;

A caras, no cabeleireiro;

O Borda de água, sempre! Adoro almanaques. Todos.

"A minha vida é uma bolha", pois aguardo que dê à estampa!

:) :) :)

abraços

nefertiti said...

Empresta-nos o seu Marido?, de Graham Greene
Contos divertidos e interessantes : )

Boas leituras, Marta.

Marta said...

Até emprestava, se o tivesse :) :) :) mas só para irem à libraria ;) num instante! Beijos, muitos querida Nefertiti ;) Tb já anotei!

Zaclis Veiga said...

Mesmo achando que não precisas de mais sugestões segue uma:
Incidente em Antares - Érico Veríssimo

Beijos

Marta said...

Sugestões de livros, querida Zaclis, preciso semppre :)
E Por érico veríssimo tenho uma ternura muito partucular!
beijo

Marta said...
Este comentário foi removido pelo autor.
Dr. Mento said...

Um livro?

Só um?

Nesse caso, "O Monte dos Vendavais", da Emily Bronte.

Bastou esse para perceber qual o sonho de uma vida: querer ser escritor e transformar letras em palavras, palavras em frases, frases em magia.

Um dia, também eu serei como a Emily. E, quem sabe, darei sentido a uma vida, tal como ela me deu a mim, um século e meio depois de ter deixado de viver.