terça-feira, maio 5

Arriba, arriba!!!

Hoje, ao passear por aí recordei, num ápice, num comentário super divertido, o fabuloso Speedy Gonzalez. A minha geração lembra-se com certeza dele! Eu ficava colada à televisão. Vê-lo fazer tudo por um pedaço de queijo, a uma velocidade estonteante. Tão divertido! Mas ele, hoje, agora, veio aqui com um único propósito. Aliás, ele não vem de flor na mão por acaso! Fechem as luzes!

[Sonja, aceitas casar comigo?]

13 Comments:

Funes, o memorioso said...

Boa escolha!
Ainda bem que não foi influenciada pela absurda nostalgia a que chama memória colectiva e foi para os bons e eternos génios americanos.

PAS[Ç]SOS said...

A saudável loucura da blogosfera... e a noiva aparece, ou não? Eu sei que a resposta será em segredo, mas...

Marta said...

Estimadíssimo Prof. Funes:

o que quero distinguir é o que aprendi com Bergson, que distingue duas espécies de memória: a que consiste no hábito e a que consiste em recordação. Uma coisa é saber um poema, uma lição de cor, outra é a lembrança da primeira vez que li a lição ou o poema, quando o estava a aprender. ou seja, é a recordação de um acontecimento único, que só ocorreu uma vez. A "memória - hábito" é diferente da recordação de acontecimentos únicos, a "memória por excelência". é neste sentido que afirmo que Vasco Granja não era um mero apresentador de televisão, pois ele foi único, pioneiro até, na divulgação da animação em Portugal. Daí, eu defender a sua imagem como "representante de certa memória colectiva". é um ícone, uma referência, um contributo válido. Não é mais um apresentador de televisão.
Outra questão, diferente, é a forma como os órgãos de comunicação social pegam nisto. Eu apenas me refiro à sua importância no que concerne ao seu papel único, num tempo em que durante 12 anos, creio, se mantem um programa de televisão, sobre determinado tema, sem nenhuma concorrência. O pesso disso, na memória colectiva de um país como o nosso é, em minha opinião, incontestável. E, mais uma vez, um tema, pala uma lonnga conversa.

Marta said...

Passos: pois ainda não apareceu! Eu já estou no altar; sou a menina das alianças :)

PAS[Ç]SOS said...

É verdade que a noiva se faz esperar, mas... não a ponto de fazer desesperar o noivo. Por onde andará a nossa admirada fotógrafa?

vaandando said...

Marta ,
a resposta ao prof Funes è praticamente um Poste !
abraço
__________
JRMarto

Marta said...

Não é, José Marto :) Porque lhe falta mais "sustento". A "conversa" já vem do blog do Prof. Funes - um santuário de sabedoria - onde aprendo todos os dias, mesmo quando discordo do brilhante professor! Só que nostalgia é outra coisa e eu até acredito que a haja. Mas eu refiro-me a algo diferente, à memoria colectiva, para a qual deram o seu contributo. Mas isto, assim, fica desenquadrado. Tem mesmo de se ir ao blog do prof. Funes e mesmo assim, o assunto dava uma tese :) isto é só um pedacinho de "como as sociedades recordam" :)

Malina said...

Não fossem os desenhos animados pela mão do Vasco Granja e não estaríamos hoje com uma certa nostalgia da infância, e talvez por isso tão "animados" tb na blogosfera:))))

obrigada pela lembrança do Speedy Gonzalez.

Dalaila said...

É único rato que eu gosto, linda!

sonja valentina said...

como poderei recusar um convite destes?

um pedido à seria, com flor e tudo.... é claro que aceito!!!

os anos que eu esperei por este momento!!!

Marta said...

Pois é Sonja! Que stress, o coitadinho do Speedy aqui, à tua espera, que já não se aguentava de tanta angustia! E eu a dizer-lhe, que tu virias e que o importante era o teu sim :) :) :)
Senhora Gonzalez,
foi uma honra, contribuir para o seu sonho :)

sonja valentina said...

nem sei de facto como posso agradecer-te... nunca pensei que pudesse tornar-se realidade, mas graças a ti parece que é desta! =))

temos apenas uma questão para resolver, mas que não vai certamente impossibilitar a nossa união.... EU DETESTO QUEIJO!!!!

será muito grave?

Marta said...

não :) :) :) :) :) :)

essas diferenças são, até - como direi - interessantes :)

beijo, linda