
[...]
como ter-te procurado tanto
que haja qualquer coisa quebrada
como percorrer uma estrada
com memórias a cada canto
como os lábios prendem o corpo
como o copo prende a tua mão
como se o nosso louco amor louco
estivesse cheio de razão
e como se a vida fosse o foco
de um baço lento projector
e nós dois ainda fôssemos pouco
para uma tempestade de cor
um ao outro nos fôssemos pouco
meu amor meu amor meu amor


7 Comments:
poder-se-á ser tanto sendo tão pouco...
poder-se-á parecer ser tão pouco sendo tanto...
a paixão é uma tempestade de quantidades.
Sentiremos sempre ser pouco na "tempetade da cor". Lindo poema, belíssima fotografia. Parabéns.
lindo...lindo...lindo...
beijos, minha querida amiga.
csd
gostei mto desta tua escolha
jocas maradas, meninaaaaaaaaaaaa
Muito lindo amiga.
Beijos
O poema corre pela estrada ao encontro da loucura da paixão e sem se darem conta fundem-se um no outro.
Um beijinho,
Maria Emília
Olá Marta
Conheci pessoalmente Mário Cesariny de quem fui amigo e continuo a ser, apesar da sua partida há tanto adiada.
Muito terei para te contar sobre ele, no decurso do tempo...
Uma imagem que jamais se apagará do meu coração.
um beijo abraçado.
um bom Domingo.
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