quarta-feira, março 4

Telegrama




E depois dizem que não há coincidências! Então, meus queridos, expliquem-me o que é isto, por favor.
Um de cada vez. Que eu estou longe. Estou lenta...

2 Comments:

E. said...

Pois... dois mundos que se soletram ao mesmo tempo.Eu assumo-me por ela. A vontade de a conhecer mais. Porque era muito bonita. E porque «há sempre um poema para todos os momentos da nossa vida». E porque me entrou na vida sem mais nem porquês. Ainda que longe de ser donha de uma poesia daquelas que fica «no ouvido». A poesia da Hilda é como uma opera, uma obra musical complexa. Quanto mais se ouve, mais se sente. E depois de entrar pela pele, segue o caminho das emoções. Eu estou agorinha a começar a viagem. Nem sei se vai ter um destino. Talvez encalhe na primeira curva, talvez ultrapasse a barreira do silêncio, talvez traga mais ruído. Não faço ideia. Mas ideias, é o que não me apetece ter. Só poemas. Muitos.

E.

Marta said...

E (zinho, linda:

pois que nunca te faltem os poemas, da Hilda, e outros :)
sente-se a paixão. e só por isso, estou certa, vai correr bem!

...O disco chama-se «Ode Descontínua e Remota para Flauta e Oboé - De Ariana para Dionísio», talvez se consiga mandar vir, digo eu! Porque a Portugal não chegou, que eu já perguntei.

bjo