segunda-feira, março 23

A história de um letreiro

Eu, hoje, quando dei de caras com este letreiro, nem vos digo nem vos conto :) aliás, conto. Eu já conhecia a história, recebi-a, por e-mail, há muitos anos! Na história que guardo, algures, numa pasta electrónica, o cenário é Paris! Agora, dou com ela na versão "curta", no Devida Comédia! E emocionei-me. A culpa é da mensagem! Para quê existirem infinitas formas de dizer a mesma coisa...uma não chega?!!! Leio que ganhou um prémio! Ouço uma das músicas de um dos meus filmes de eleição. Enfim, há dias em que é muito bom bater de caras num letreiro! Destes!

4 Comments:

PAS[Ç]SOS said...

É esta a arte de alguns como os poetas, dos guionistas e também, por exemplo, dos criativos de publicidade. É tão simples... que até mete inveja!

Anónimo said...
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Funes, o memorioso said...

É só não percebo porque é que a polícia não veio e não confiscou a lata das esmolas ao cego. O tipo em vez de aproveitar a cegueira (como fez, por exemplo, Jorge Luis Borges) e a vantagem que esta proporciona de não nos distrair das coisas do mundo, para criara alguma coisa, anda a pedir esmola.
Quanto ao filme, é só um disparate. Ao contrário do que piedosamente se pretende fazer crer a tonteria dita na frase do menino bem não acrescentaria, na realidade, um cêntimo aos rendimentos do cego. Só nos filmes é que isso funciona.

Marta said...

Pois engana-se, Sr.Professor. Primeiro acontece na vida; e depois nos filmes!

Quanto aos resto, até para ser cego, é preciso ter sorte. Nem todos a podem aproveitar da mesma forma! à cegueira. E com quem vê, é a mesma coisa!

Quase não o via - digo - lia as suas sempre tão bem vindas palavras.