sexta-feira, junho 5

E se...

E se de repente lhe oferecessem uma viagem para uma ilha paraíso, com partida marcada para 15 de Junho e não pudesse ir?

16 Comments:

Pedro Lopes said...

isso é um GRANDE azar
que pode ser explicado facilmente:
quem ofereceu sabia que a oferta não podia ser aceite

isto sou eu, venenoso de inveja! he he he

Anónimo said...

Marta,

Oferecia-te a viagem...
...

mas,

terias que acabar "aquele" trabalho!!!!!

Maria Benedita

PAS[Ç]SOS said...

Se o objectivo fosse o destino... seria um azar.
Se o objectivo fosse a companhia... será uma sorte se a quem oferece preferir anular ou adiar a viagem!
Viagens poderemos fazer sem sair do lugar. Fabulosas, feitas de surpresas, basta que tenhamos a sorte de alguém, ou algo, nos surpreender.

Gi said...

Se fosse só pelo destino eu diria que era uma grande pena.
Depende das circunstância em que tal viagem seria oferecida e os motivos.
Não lançaste os dados todos pelo que é difícil avaliar.

Funes, o memorioso said...

Se eu bem a estou a identificar, a ilha da imagem fica nas Caraíbas, mesmo ao lado da ilha de San Andrés, é território colombiano e é conhecida por "Ilha da Fantasia" (porque vão lá dois e regressam três). Se não for essa, é outra igual, porque as ilhas da Caraíbas são todas iguais. É um lugar cheio de sol que não pára de incomodar-nos, com a areia fina a entrar-nos no rabo sem nunca mais sair, com um calor estúpido que nos derrete os untos e entorpece a mente, sem uma única esplanada e onde tudo o que se pode fazer é beber um mijo de coco que se vende quente nuns quiosques sujos e repelentes. Se lhe ofereceram uma viagem a esse inferno e não pode ir, só tenho um comentário a fazer: que sortuda que é!
Eu tive azar e fui obrigado a ir. Duas vezes: a primeira e a última.

PAS[Ç]SOS said...

Acreditem se quiserem, pois é verdade!
Quando escrevi o meu comentário estive tentado a sugerir que aguardasse, ou solicitasse, a opinião directa ao inigualável Funes. Acabei por não ir por aí. Mas a resposta chegou!!! Valorizada pela suposta voz da experiência...

Zaclis Veiga said...

Viagem para uma ilha paraíso... hum... desconfie!

Funes, o memorioso said...

1- Ah! e esqueci-me de dizer que temos que nos levantar às quatro da manhã para tomar banho, porque às sete já não há água doce.

2- Pas[ç]sos,
Não deve valorizar demasiado a minha experiência, porque há gente que (vá-se lá saber porquê) adora o sol a estourar-lhe nos miolos e a areia branca e abrasiva a esfoliar-lhe a pele. E essa gente tem toda a legitimidade para adorar o que quiser e para gozar a vida como entender. As minhas opiniões aqui são sempre sinceras, mas não passam disso mesmo, de meras opiniões. Muito longe de mim a ideia de querer proibir ou impedir alguém de comer e gostar de bolo de chocolate, ou de ir para as infernais ilhas das Caraíbas ou do Índico. O meu inferno pode - sem que eu tenha rigorosamente nada a opor - ser o céu dos outros. E toda a gente deve ter direito ao seu céu.
Em segundo lugar, não pude deixar de notar que a sua linguagem não acompanha a moda. Hoje, já não se diz "Valorizada pela suposta voz da experiência...", mas "Valorizada pela alegada voz da experiência..."

Dalaila said...

e se de repente te enfurecesses!

Claudia Sousa Dias said...

morria...
se tivesse uma foto dessas à frente cheia de cores de água marinha, turquesa e safira

que suplício de tântalo...



csd

C. said...

Mr. Funes,
deixe lá as meninas decidirem, sem interferência de vozes, se querem ficar com uma "suposta" ou "alegada" voz de uma experiência. Se lá não forem só poderão supor. sempre, não acha?
:))

Su said...

eheheheh estou.me rindo dos delirios dos comentários de nome , Funes, o memorioso............;)


qto a essa situação eu daria um grito que seria ouvido na ilha:))))


jocas maradas, sempre

PAS[Ç]SOS said...

Sem me querer alongar demasiado, volto aqui só para cordialmente esclarecer [Funes, o memorioso, mas talvez não só] que aceito não cumprir os acompanhamentos da moda. Prefiro usar as minhas escolhas às que os outros tentam impor, tantas vezes, para serem simplesmente diferentes.

adevidacomedia said...

Eu posso, eu posso!

Maggie said...

Bem... das duas uma, ou largava tudo e, acontecesse o que acontecesse, ía... ou mentalizava-me que era um delírio, um sonho e, no dia 15 de Junho, vestia uma roupa bonita, respirava fundo e seguia para o trabalho com um sorriso no rosto, a minha música favorita na rádio e a olhar de quando em quando para o céu a sonhar com esse paraíso... que um dia havia de conhecer.

:)

Anónimo said...

Vai! Mesmo que não possas!

Cristina M.