quinta-feira, março 10

inspirações III

SRD – O que há de trágico, eloquente, palpitante, em Guilhermina Suggia ou Goya, ou até nas pessoas da rua, para que se transformem em figuras biografáveis?
MC – No caso da Guilhermina Suggia, foi a circunstância de ela ser, como eu, uma natureza extraordinariamente turbulenta em termos de afectos. Conheci a Guilhermina Suggia quando tinha seis anos, mas não me lembro de nada. Escrever sobre uma pessoa que conheci, mas esqueci, era desafiante.

[excerto de uma entrevista a Mário Cláudio aqui]

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