quarta-feira, outubro 28

una nueva vida

«Siempre había oído decir que una separación es una experiencia desgarradora;ahora sé que es verdad: la mía lo ha sido».
[uma crónica de Javier Cercas, na revista do El País, de 18 de Outubro. clicar na imagem para continuar a ler. se apetecer... uma história de um dicionário...tanto. tudo. íssimo ]

8 Comments:

Patti said...
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Patti said...

Mas apesar do seu dicionário ser velho, preconceituoso, mal informado e ainda falar em pesetas o Javier Cercas tem-se dado muito bem com ele como escritor.
Os "Soldados de Salamina", é um livro fantástico, só para dar um exemplo de um dos últimos que ele escreveu.
Tenho de comprar a "Anatomia de Um Instante"

Vera Y. Silva said...

Pior que uma separação, por dolorosa que seja, é uma relação baseada na mentira e no sacrifício de um dos dois (ou de ambos).

Zaclis Veiga said...

Gostei muito do texto, amiga.
Há muitas coisas que assim, com um nadinha, perdem o encanto.
E nós, antes tão desesperadamente apaixonados e derretidos e intensamente entregues, nos percebemos desiludidos com um vazio, que ao mesmo tempo é terrível e libertador.
E tudo isso nos deixa prontos para outras paixões, outros passeios, outras partilhas. Que delícia de vida, né? :)

PAS[Ç]SOS said...

As horas, os meses, os anos obrigam a tornar incompreensíveis definições que não procurámos. Limitamo-nos a aceitar como verdades irrefutáveis. Porque eram nosso alicerce as certezas que não confirmámos, pois eram a nossa sustentação. Seguimo-las na crença, como o ópio de que dependemos para respirar, para sermos nós. Até sermos confrontados com o questionamento. Nada há o que possa não ser questionado. Aí as estruturas tremem e o que havia sido incontestável abre rachas. E faz-nos recear sobre a nossa capacidade. Sobre a nossa aptidão analítica, critica. E aquela verdade que já não era, afigura-se uma mentira imperdoável. E precisamos, então, acreditar que nós somos a verdade e do outro lado reside o logro. E em nome da nossa verdade rompemos com a ‘mentira’, em busca de outra exactidão. Em busca de outra novidade. Crentes de que iremos encontrar a verdade. Mesmo que sulquemos feridas. Serão estes os ciclos que nos impelem pela vida. Que nos magoam. Que nos fazem sorrir. Que nos proporcionam o prazer de ler quem tem a arte de escrever, assim como Javier Cercas.

Anónimo said...

Gostava de saber Espanhol para ler o texto, mas não consigo!!!
Limitações!!!
Gostei dos comentários.
O PAS[Ç]SOS é muito profundo (teórico?)
A ZACLIS é mais optimista, mais real.
Venho mais logo ler + comentários
Bj

Claudia Sousa Dias said...
Este comentário foi removido pelo autor.
Claudia Sousa Dias said...

lembro-me de terem aoconselhado este livro no "jantar da abrótea"...