quarta-feira, maio 5

John Nash

[...] «Ninguém mostrou uma obsessão maior pela originalidade, nem um maior desdém pela autoridade, nem mais zelo em preservar a sua independência: em jovem teve à sua volta os sumos sacerdotes da ciência do século XX - Albert Einstein, John von Neumman e Norbert Wiener - , mas não aderiu a nenhuma escola nem se converteu em discípulo de ninguém, tendo pelo contrário, em larga medida, percorrido o seu caminho sem guias nem seguidores. Em quase tudo o que fez - da teoria dos jogos à geometria - desprezou os conhecimentos recebidos, as modas comtemporâneas e os métodos estabelecidos. Trabalhava quase sempre só, habitualmente enquanto caminhava e, com frequência, ia assobiando Bach. [...] »

Sylvia Nasar in Uma Mente Brilhante, Relógio Dágua, 2002

[ao passear pelo facebook encontrei excertos deste filme que adorei ver. e fui à procura deste livro que tenho sublinhado e cheio de notas. a lápis e musicais. obrigada António]

3 Comments:

Maggie said...

Um filme brilhante, como a mente deste homem.

Obrigada, Marta!

Carlos Eduardo da Maia said...

E ele continua vivo, nasceu em 1928. Recentemente fiz um curso sobre "negociação e administração de conflitos" e tive contato com a "teoria dos jogos". Quanto todos temos os mesmos interesses o resultado é prejudicial a todos e por isso, racionalmente ou irracionalmente, ocorrem os "arranjos". E assim é a vida.

Carlos Eduardo da Maia said...

Errata: Quando todos têm....