domingo, novembro 22

Pedro Costa em Serralves


«O Museu de Arte Contemporânea de Serralves apresenta uma programação em torno do cinema de Pedro Costa, um dos mais singulares realizadores da actualidade, cuja obra continua a ser celebrada por todo o mundo, como o testemunha a retrospectiva que recentemente foi dedicada ao seu trabalho na Tate Modern, em Londres, no passado mês de Outubro. Várias trabalhos de Pedro Costa terão agora a sua estreia na cidade do Porto. Aproveita-se a apresentação ao público de NE CHANGE RIEN, o mais recente filme de Pedro Costa, para propor uma reflexão sobre a sua obra. Volvidos vinte anos após a sua estreia, revisita-se O SANGUE, a primeira longa-metragem do autor, na qual, recordando as palavras de João Bénard da Costa, “um cineasta ousa filmar a preto e branco porque só o preto e branco pode dar a ver as coisas escuras e claras que tem para mostrar […]”. Numa exposição documental, serão apresentados cartazes e fotografias dos filmes do realizador. Destaca-se também a estreia no Porto do filme colectivo O Estado do Mundo, filme colectivo realizado por seis dos mais originais realizadores da actualidade, a convite da Fundação Calouste Gulbenkian. O lançamento do livro “Cem Mil Cigarros - Os Filmes de Pedro Costa”, será um momento propício à reflexão e discussão que este cinema motiva nos seus espectadores, que aqui terão a ocasião de se encontrarem com Pedro Costa e com algumas das pessoas que mais têm acompanhado a sua obra .» mais, aqui.

1 Comment:

Tiago Taron said...

quem me dera estar no Porto, tive a sorte de ver o Sangue numa sala que se chamava "Forum Picoas", depois tive a sorte de descobrir nuns passeios de biciclete o palácio abandonado em que o Sangue foi filmado, das pessoas ditas de uma geração, o Pedro Costa foi um dos Pedros em que apostava tudo, o outro é o Cabrita Reis, um outro que apareceu mais tarde é o Mexia, um quarto (mais transversal, como agora se diz) é o Paixão, o quinto o Rosa Mendes. Enfim, coisas de gerações (dos nomes das gerações).