« Esta fotografia merece toda a atenção dada a sua particularidade de mostrar a extinta Ponte Pênsil a par da Ponte Luís I o que deverá fazer dela uma raridade fotográfica visto que as duas pontes coexistiram durante um curto período de tempo, entre 1886 e 1887. A imagem foi obtida por George Tait, a partir do local onde é hoje o Jardim do Morro.»
quinta-feira, abril 12
Porto antigo
« Esta fotografia merece toda a atenção dada a sua particularidade de mostrar a extinta Ponte Pênsil a par da Ponte Luís I o que deverá fazer dela uma raridade fotográfica visto que as duas pontes coexistiram durante um curto período de tempo, entre 1886 e 1887. A imagem foi obtida por George Tait, a partir do local onde é hoje o Jardim do Morro.»
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Etiquetas: Porto
quinta-feira, outubro 27
Harold Edgerton - fragmentos de tempo
Lá dentro estava muitíssimo agradável. Lá fora é que nem tanto, apesar do jardim [botânico] extraordinário que a circunda. A Casa Andresen, no Porto, é sempre, faça chuva ou faça sol, um excelente destino.
E para além da exposição da Armanda Passos, há um outra exposição, no piso de cima, que vale a pena visitar:" Harold Edgerton - fragmentos de tempo". Fotógrafo e cientista, Harold Edgerton, é o pioneiro da fotografia de alta velocidade. Aqui e ali, imagens icónicas, cheias de movimento, velocidade e luz.
«A exposição conta com 58 obras inéditas que simbolizam, acima de tudo, o "avanço científico" e o "interesse estético de Harold pela fotografia". É possível ver obras como o "O Vidro Blindado Quebrando-se", onde se observa um vidro a estilhaçar-se por completo a uma velocidade de quase quilómetro e meio por segundo ou "Gussie Moran, Serviço de Ténis Multiflash", no qual Harold captou cerca de 20 flashes por segundo.» Fonte deste excerto aqui
[Obrigada JD pela companhia. Gostei muito :)]
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Etiquetas: Exposições, Porto
domingo, outubro 16
terça-feira, agosto 23
...uma das "16 estações mais bonitas do mundo"...
A revista de turismo e lazer, que afirma ter 4,8 milhões de leitores, destaca na estação de São Bento os painéis de azulejos da entrada: "Se o exterior é certamente bonito -- e traz-nos à memória a arquitectura parisiense do século XIX, com o seu telhado de mansarda e a frontaria de pedra, é o átrio principal que o fará engolir em seco. As paredes estão cobertas por 20.000 esplêndidos azulejos, que levaram 11 anos para o artista Jorge Colaço completar."
A listagem inclui, entre outras, a neoclássica Gare du Nord, em Paris, os jardins interiores de Atocha, em Madrid, as modernas estações de Kanazawa, no Japão, e de Melbourne, na Austrália, o terminal Arte Nova do Expresso do Oriente, em Istambul, ou a belíssima estação neogótica de S. Pancras, em Londres.
A estação de Maputo, dos Caminhos-de-Ferro de Moçambique, é a única do continente africano a figurar na lista. O artigo da revista Travel+Leisure destaca os exteriores "verdejantes", a "larga cúpula" e o trabalho intrincado do aço que fazem do edifício "uma inesperada, mesmo que modesta, beleza". A estação, construída entre 1913 e 1916, é erradamente referenciada como podendo ter sido desenhada por Gustave Eiffel, já que é dos arquitectos portugueses Alfredo Augusto Lisboa de Lima, Mário Veiga e Ferreira da Costa.
A gare de São Bento que se ergue no local onde se encontrava o mosteiro de São Bento da Avé Maria, e está classificada como Património da Humanidade, foi construída após se vencer a difícil tarefa de prolongar a linha que terminava em Campanhã, através dos túneis da Quinta da China, do Monte do Seminário e das Fontaínhas, que ficou concluído em 1896. O projecto da estação só viria ser aprovado em 1900, ano em que os reis D. Carlos e D. Amélia presidiram ao início das obras, que terminariam 16 anos depois.
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quinta-feira, junho 23
sábado, junho 18
quarta-feira, março 23
domingo, março 20
Palavras que disseste e já não dizes
imagem: marta
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Etiquetas: Pedro Tamen, Porto
hoje a minha cidade acordou assim
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Etiquetas: José Saramago, Porto
quarta-feira, março 16
quinta-feira, fevereiro 17
...Solar, muito romântico, recebe um livro...
Eu, sabem disso, sou sempre suspeita a falar da minha cidade, a mais bela do mundo :) Este - o Solar do Vinho do Porto - é dos lugares de que mais gosto, com uma vista belíssima sobre o meu rio Douro. Quem não conhece, devia ir lá só com esse intuíto, ficar a conhecer. E observar, muito devagar, tudo à volta.
Ainda por cima, ao lado, tem o Museu Romântico. E os jardins da Quinta da Macieirinha. Espreitem as fotografias aqui e digam lá se não dá vontade de um longo passeio?
Mas o que eu quero dizer é que há mais um excelente motivo para ir ao Solar do Vinho do Porto. E é já no próximo dia 22. A sessão de apresentação do livro " Vinhos: Arte e Manhas em Consumos Sociais. A Apresentação de uma Prática Sociocultural em Contexto de Mudança", da investigadora do Instituto de Sociologia, Dulce Magalhães. A apresentação da obra, agendada para as 18.30 horas, estará a cargo do Professor Luís Baptista. A entrada é livre.
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Etiquetas: livros, Porto, Solar do Vinho do Porto
segunda-feira, fevereiro 7
Porto Book Stock Fair
23 euros = a 9 livros! Pois é!
Uma equação possível de fazer na Porto Book Stock Fair, a decorrer no Pavilhão Rosa Mota [Palácio de Cristal], no Porto. A organização é da Calendário de Letras em parceria com a edilidade local. Comprei alguns da Cavalo de Ferro. A este, em especial, estou com vontade de lhe pegar. E a um outro do Jorge Amado, com a chancela da D. Quixote. Depois, darei notícias. Entretanto, podem passar por lá até 28 de Fevereiro.
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domingo, dezembro 12
A 3ª melhor do mundo
A Livraria Lello acaba de ganhar mais um título: a 3ª melhor do mundo! Para mim, claro, é a primeira, ou não fosse dos locais que mais prazer me dá visitar na minha cidade.
Uma visita rápida, aqui.
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Etiquetas: livraria Lello, Porto
domingo, novembro 7
Estão todos convidados
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Etiquetas: Hélder Pacheco, Miguel Carvalho, Porto
quarta-feira, novembro 3
Pucaro´s de poesia
Quem, a uma quarta-feira, nunca esperou por mesa no Pucaros`s? Quem, numa quarta-feira, não saiu do Pucaros`s quase ao amanhecer? O lugar onde mora a poesia ficou sem alma. O Miguel Carvalho fala por nós.
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sexta-feira, setembro 24
Porto, Portugal: the perfect break
«O jornal britânico Telegraph recomenda a cidade do Porto para umas pequenas férias de Outono. O diário destaca os charmes da cidade portuguesa, conhecida mundialmente pelo vinho do Porto.»
Fonte: TSF
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sexta-feira, setembro 10
Arca D´Água

Há nomes mágicos, dizias tu, falando-me de lugares, pessoas, coisas: berlinde, Sara, Abril, concha ou jardim. Eu acrescentava: arca d`água, lembrando-me de um parque, altos plátanos, a continental cidade do Porto, azulejos amarelos entre o granito enegrecido pelos fumos.
As «ilhas» fugiam, numa paisagem de corredores estreitíssimos, celhas com a roupa da barrela, crianças e galinhas esgravatando a terra, humidade onde crescia o bolor e trepavam cogumelos. Arca d`Água ficava longe do centro e do rumor dos cafés. Alguém chorava junto a um dos plátanos.
Era um lugar de encontros clandestinos onde se trocavam pequenos jornais e palavras a meia-voz; onde se inventava a esperança desses dias. […]
Há nomes mágicos, insistias. Eu voltava a falar-te na Arca d´Água, como se pudesse, com qualquer abracadabra, atrair o espírito do lugar, o génio da lâmpada, o «abre-te Sésamo» para, desta vez, sair da caverna e ver a Luz.
Na ampla praça os plátanos moviam-se num soneto de Sena. As lâmpadas acendiam-se mais perto, rasgando o nevoeiro que rosnava nos telhados e já chegava às soleiras das portas. Era outro Dezembro, outra praça, outra vontade. […]
Eduardo Guerra Carneiro in Colectânea de Poesia sobre o Porto, Dom Quixote, 2001
imagem: Teresa Teixeira
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Etiquetas: Eduardo Guerra Carneiro, Escritores, Porto
quarta-feira, junho 30
Porto, naçom de falares
Depois do sucesso do volume com a história do Café Piolho, publicado na mesma editora e já em segunda edição, o Alfredo regressa com um livro que, segundo Hélder Pacheco, autor do prefácio, representa «um acto de rebeldia contra o cosmopolitismo falsamente progressista, um assomo de autenticidade contra o rasurar das diferenças».
Em Abril de 2009, Alfredo Mendes, então no DN, foi escolhido para integrar um despedimento colectivo, tendo o seu posto de trabalho sido considerado «redundante» pelo mesmo grupo que agora fechou o 24 Horas e o gratuito Global Notícias.
Ao contrário do Diário de Notícias, que continua a afundar-se nas suas contradições, os 30 anos de jornalismo do Alfredo aí estão: vibrantes, talentosos, a dar frutos. Prova de que um repórter de excelência não esquece. E de que o andarilho de terras e gentes que habita dentro dele está mais vivo do que nunca. E recomenda-se.
Aqui ficam algumas das palavras e expressões incluídas no livro, só para abrir o apetite para uma sessão que terá algumas surpresas. Apareçam, pois!»
Cheio de nove horas – petulante
Enchousadela – porrada
Estar de gesso - sem trabalho
Gameleiro – tachista
Lontra – mulher forte, deselegante
Meter para a blusa - comer
Rosquedo – reboliço sexual
Sustrice – preguiça
[copiado daqui. e não é só copiado é subscrito.... na parte do querido amigo...aliás leva reforço: do meu absolutamente querido amigo Alfredo Mendes. a não perder.]
Escrito/editado por Marta 6 Terráqueos
Etiquetas: Alfredo Mendes, amigos, livros, Porto
quarta-feira, junho 23
Bom S. João

'Quando o dia nos invade
na manhã de S. João,
fica a cinza da saudade,
espalhada, pelo chão'
'Não há fogueira sem lume,
profecias sem profeta;
não há amor sem ciúme
nem S. João sem poetas.'
'Se procuras ser feliz
não olhes para o balão;
o trevo tem a raiz
bem enterrada no chão'
Tinta Permanente
[autor que o ano passado deixou aqui estas quadras]
Escrito/editado por Marta 5 Terráqueos









