quarta-feira, março 21

A esta luz...


«Em testamento e preparando-se para a sua viagem no navio de espelhos, Mário Cesariny quis deixar à Fundação Cupertino de Miranda, todo o seu espólio artístico e documental.


A exposição que encerra no próximo de 30 de Março pertence à Colecção da Fundação e foi dedicada à vida e obra plástica de Mário Cesariny. Poderá fazer ainda a marcação para uma visita orientada através do e-mail: museu@fcm.org.pt

Para mais informações contatar:
Fundação Cupertino de Miranda
Praça D. Maria II
4760-111 Vila Nova de Famalicão
Tel.: 252 301 650
Fax: 252 301 669 e-mail: geral@fcm.org.pt
http://www.fcm.org.pt/

sábado, março 3

Encontros possíveis


Colectiva de Artes Plásticas  "ENCONTROS PASSÍVEIS" 

domingo, dezembro 11

Um século, dez lápis, cem desenhos


 A visitar, na Biblioteca Almeida Garrett, no Porto: um século, dez lápis, cem desenhos

quinta-feira, outubro 27

”Júlio Dinis, 140 anos depois”


Hoje, nos Serões da Bonjóia, Isabel Ponce de Leão fala de ”Júlio Dinis, 140 anos depois”

«As Pupilas do Senhor Reitor; A Morgadinha dos Canaviais; Uma Família Inglesa; Serões da Província; Os Fidalgos da Casa Mourisca são alguns dos legados de Júlio Dinis, médico e escritor. Passado 140 anos da sua morte, o Serão da Bonjóia desta Quinta-feira evoca o escritor que "antecipou o futuro escrevendo de leve como diz Eça em Uma Campanha Alegre, mas ao contrário do que o mesmo Eça afirma, não vivendo de leve porque, do alto dos seus parcos 32 anos, previu e sentiu os vastos e vindouros problemas da humanidade". Aproveitamos e damos a conhecer, a exposição bibliográfica de evocação dos 140 anos da morte de Júlio Dinis, patente na Biblioteca Pública Municipal do Porto até ao dia 15 de Novembro.»

Harold Edgerton - fragmentos de tempo


Lá dentro estava muitíssimo agradável. Lá fora é que nem tanto, apesar do jardim [botânico] extraordinário que a circunda. A Casa Andresen, no Porto, é sempre, faça chuva ou faça sol, um excelente destino.
E para além da exposição da Armanda Passos,  há um outra exposição, no piso de cima, que vale a pena visitar:" Harold Edgerton - fragmentos de tempo". Fotógrafo e cientista, Harold Edgerton, é o pioneiro da fotografia de alta velocidade. Aqui e ali, imagens icónicas, cheias de movimento, velocidade e luz.


«A exposição conta com 58 obras inéditas que simbolizam, acima de tudo, o "avanço científico" e o "interesse estético de Harold pela fotografia". É possível ver obras como o "O Vidro Blindado Quebrando-se", onde se observa um vidro a estilhaçar-se por completo a uma velocidade de quase quilómetro e meio por segundo ou "Gussie Moran, Serviço de Ténis Multiflash", no qual Harold captou cerca de 20 flashes por segundo.» Fonte deste excerto aqui



[Obrigada JD pela companhia. Gostei muito :)]


sábado, abril 9

João Vaz de Carvalho vence na categoria caricatura


 João Vaz de Carvalho, vence a categoria de Caricatura

David Rowe, vence Grand Prix

Samuca, vence na categoria Desenho de Humor

Um total de 822 desenhos e 462 autores. O resultado da sétima edição do World Press Cartoon, pode ser visto em exposição no Museu de Arte Moderna, em Sintra, até 30 de Junho. A entrada livre.

segunda-feira, março 28

Fernando Pessoa, plural como o Universo

«Após uma temporada de grande sucesso no Museu da Língua Portuguesa a bela exposição em homenagem ao mais brasileiro dos poetas portugueses ficará em exibição no Centro Cultural Correios ( Rua Visconde de Iataboraí, no.20, Centro – Rio de Janeiro) entre os dias 25 de março e 22 de maio deste ano. A visitação é gratuita e poderá ser feita de terça-feira a domingo, sempre das 12h às 19h.

A exposição “Fernando Pessoa, plural como o Universo”, que é uma realização da Fundação Roberto Marinho e da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo através do Museu da Língua Portuguesa, foi visitada em São Paulo por mais de 250.000 pessoas no período de agosto de 2010 a fevereiro de 2011».
Fonte aqui

sexta-feira, março 18

Catarina Machado


[logo à noite, às 22 horas, na Galeria Alvarez, Av. da Boavista. Catarina Machado]

domingo, março 13

As Paredes Têm Ouvidos...de Manuela Pimentel


As Paredes Têm Ouvidos...
Paredes que contam histórias. Que abrigam amores. Dividem espaços. Unem e separam. Como se tudo isso fosse uma mesma coisa. Como se tudo isso não fosse, mais ou menos distraidamente, a nossa vida. Azulejos antiquíssimos que são a história de um país. De uma cultura. Tapados por cartazes que anunciam histórias que ainda estão por acontecer. Espectáculos, exposições, manifestações. Gente que escreve por cima das paredes. Dos azulejos. Que rasga os cartazes. Que cola por cima. Que conta pedaços da sua história, declara amores, revoltas, desejos. Que barafusta. Que deixa mensagens que nos habituámos a não reparar.
Mário Cesariny escreveu "Entre nós e as palavras, os emparedados. Entre nós e as palavras o nosso dever Falar".
Manuela Pimentel desemparedou as mensagens. Arrancou cartazes. Pintou azulejos. Reproduziu mensagens de amor, e outras, que insistiram em falar com ela. Rasgou pedaços e deixou-nos espreitar o coração do seu trabalho. Vem aprendendo a cidade e achou que your ex miss you, numa parede em Leça da Palmeira, tinha sido escrito para ela. E porque não? Se As Paredes Têm Ouvidos...

Pedro Lamares

As Paredes têm Ouvidos - Exposição de Manuela Pimentel,
até 7 de Maio, no Espaço João Pedro Rodrigues
Rua Nossa Senhora de Fátima, 268 - 4050-426 Porto

Telf: 22 017 35 96 - Tlm : 93 431 19 99
Horário de funcionamento
Terça a sexta feira 10h00/13h00 | 15h00/19h30
Sábado 15h00/19h30

terça-feira, fevereiro 8

Fernando Pessoa por Jacob Porat

"Homenagem a Fernando Pessoa" do pintor israelita Jacob Porat, que terá lugar entre os dias 3 e 18 de Fevereiro, das 10h00 às 20h00, no Átrio da Universidade Fernando Pessoa [sede].

quarta-feira, outubro 13

Memórias Sanjo


A adolescência liga memórias a objectos e, nessa época, os meus ténis eram 60 por cento da minha personalidade. Brancos, imaculados, ideais para tudo – lembro-me de argumentar que até condiziam com o vestido bege que levei ao casamento da minha prima. A minha mãe foi obrigada a procurar vários detergentes para garantir que os meus Sanjo estavam sempre impecáveis. Com o fim da adolescência começou a mania das botas.

Patrícia Reis

Memórias andadas
Até uma determinada fase da minha criancice, no gatinhar do meu imaginário, sapatilha era Sanjo.
Um par delas, brancas e inacessíveis, calcorreavam a vida e os dias claros nos pés do meu pai. Do regresso da rua, da peladinha ou do passeio domingueiro, parecia que nada lhes havia acontecido: eram arrumadas, quase imaculadas, na despensa lá de casa.
Quando me fiz menino, sapatilha continuou Sanjo.
Habituei-me a cobiçá-las, à espera de uma deixa paterna. Mas nem elas envelheciam nem os pés do meu cresciam. Uma pena.
Ele, desconfiado e cioso das suas roupas e calçado, passou a vigiar os meus atrevimentos e tentações.
Com paciência e cumplicidade materna, é verdade que vesti camisas, camisolas e até experimentei perfumes do meu pai, nas costas dele. Mas nunca o meu pé foi além do chinelo para alcançar as Sanjo.
Passaram-se anos, entretanto.
Ainda me lembro de ver o meu pai defender bolas impossíveis nas nossas jogatanas de fim-de-semana. Nos pés, as velhas Sanjo, quase novas, quase tudo, como se tivessem nascido com ele.
Herdei as Sanjo, com honra e parcimónia, poucos anos antes da morte do meu pai. Tinham atravessado os anos 80 e calcorreavam, senhoras de si, o início dos anos 90. Com buracos e cordões a desafiar vergonhas, ainda as usei um tempo, por um fio atadas.
Já não me lembro quando me desfiz delas.
Mas guardei, imaculadas, as memórias andadas.

Miguel Carvalho

Também tive umas Sanjo. Aliás, durante a adolescência não calcei outros ténis, pois estes eram os únicos que faziam parte da órbita de possibilidades nesses tempos de finanças apertadas e tão pouco cool de finais dos anos 70, inícios de 80, numa vilória algarvia. E entre os meus amigos, com raras excepções, a escolha em ténis ia, essencialmente, das Sanjo brancas até às Sanjo pretas. Éramos tão ignorantes de tudo o que é trendy que um amigo meu com propensão a efabular disse-me que a Sanjo era uma marca espanhola e eu acreditei (lembrem-se de que os inventores do Google tinham, por essa altura, uns seis anos). Nunca fiz a figura parva de pronunciar Sanjo com um “j” gutural, à castelhana, senão teria morrido de vergonha retrospectiva quando descobri, em 2010, que o nome vem de São João da Madeira.

José Carlos Fernandes
[a propósito de uma exposição patente no Museu da Chapelaria, em São João da Madeira, até ao próximo mês de Janeiro. Para além das sapatilhas Sanjo e da sua história, podem ler-se alguns testemunhos de pessoas que as usaram. Ficam aqui estes três. De três pessoas que admiro muito, muito, muito. E de quem gosto muitíssimo]

sexta-feira, dezembro 4

colectivarte


acabou de inaugurar. COLECTIVARTE NATAL. estará patente até ao dia 9 de Janeiro.

28 artistas ligados às várias expressões artísticas: pintura, desenho, fotografia e escultura.

Artistas: Abel Quelhas Quintas, Ana Carvalho, Ana Cristina Pinto, Ana Romero, Ari, David Oliveira, Elisabete Ferreira, Emerenciano, Evelina Oliveira, Falcão, Filipe Fonseca, Guilhermina Pereira, Hugo de Almeida, Joni, José Emídio, José Rosinhas, Kasia Gubernat, Kika da Costa Campos, Leonor Feijó, Linda Correia, Maria Rosas, Marta Horta Belo, Olga Santos, Paulo Pimenta, Rui Sousa, Sónia Borges, Veiga Luís, Xaime Fuontes.

[a não perder]

quinta-feira, setembro 17

On the road

(clicar para aumentar)

On the Road à procura do senhor, de Irene Loureiro

Inaugura no próximo Sábado, às 15 horas. - Rua do Rosário, 147, Porto

quarta-feira, agosto 5

Homens perfeitos


imagem: Zaclis Veiga

terça-feira, agosto 4

Ícones do design [e do sabor, na porta em frente]


Até 30 de Setembro a exposição ícones do design - colecção Paulo Parra, pode ser visitada na Igreja de S. Vicente, no largo com o mesmo nome, em Évora. O site da Câmara Municipal, organizadora do evento, diz assim:

«A qualidade dos objectos fabricados pelos seres humanos foi uma das características emblemáticas do século XX e algumas marcas distinguiram-se pela vontade de aproximar os seus produtos às necessidades dos seus utilizadores. Domésticos, portáteis ou microportáteis estes objectos estabelecem progressivas relações de proximidade com o corpo humano, complementando as suas características físicas no relacionamento com o meio ambiente e melhorando as condições de vida do homem. Estes objectos desempenharam um papel social fundamental no desenvolvimento humano e permitem-nos compreender melhor a nossa história.
Grande parte destes objectos são considerados ícones do design e foram integrados em colecções de museus, como nos casos do Museu de Arte Moderna em Nova Iorque, do Design Museum de Londres ou do Centre Georges Pompidou de Paris. Nesta colecção podem encontrar-se peças criadas por nomes como Peter Beherens Wilhelm Wagenfeld, Henry Dreyfruss, Walter Dorwin Teague, Mario Bellini, Jacob Jensen ou Philipe Stark. A estes nomes, protagonistas no processo de humanização dos sistemas tecnológicos, é atribuída a autoria de algumas das peças mais importantes da história do design industrial.
Esta mostra estará patente ao público até dia 30 de Setembro e pode ser visitada no seguinte horário: terça a sexta-feira das 11:00 às 13:00, e das 15:00 às 19:00; e sábados, domingos e feriados só no período da tarde

No fim da visita, pode entrar na porta em frente, no outro lado da rua, claro está, e escolher um, dois, três sabores, entre os muitos que a gelataria oferece. São artesanais. São ZOKA! São divinos. São imperdíveis. São uma ZOKA, é o que é!

imagem: Google

terça-feira, maio 5

Paris num instante


Há imensos motivos para ir a Paris. Porque sim, por exemplo, é um. No entanto quem lá for, até 28 de Junho, poderá, caso aprecie o tema, ver a exposição que está no Musée du Quai Branly.

Le siècle du jazz propõe revelar a relação entre jazz e artes gráficas ao longo de todo o século XX. Fotografia, pintura, cinema e literatura celebram o jazz de uma forma original. Espreitem mais aqui. De onde também retirei as imagens.