quarta-feira, fevereiro 9

a ninfa

Branca.
Branca era a ninfa,
Branca e prisioneira
E impaciente.

Sophia de Mello Breyner Andresen

[parabéns querida Leila. um abraço com carinho e admiração]

3 Comments:

Funes, o memorioso said...

A imagem é magnífica. O poema não é nada.

quanto pesa o vento? said...

que bonito.
obrigado pela partilha.
abraço.

Anónimo said...

ADOREI a imagem Marta e o poema também. Bela associação.