terça-feira, fevereiro 2

Conversa de SMS´s


marta - já tens dicas no blog.

inês - vou já ver.

marta - ontem deitei-me a pensar em ti. na tua vida. mas vai correr bem.

inês - eu também me tenho deitado a pensar em mim!!! acho que nunca pensei tanto em mim. mas, hoje, vou-me deitar a pensar num tal Funes. conheces???

marta - só do blog. mas tens lá outras sugestões sérias.

inês- é verdade. até pensei abrir um blog. para me ajudarem.
diário de uma mãe de aluguer :) parece-te bem?

marta - sim. boa ideia...se tiveres tempo!

inês - ups! tempo!

7 Comments:

Anónimo said...

Fantástico.
Esta "Mãe de Aluguer", com tanta ajuda vai ser uma Mãe Fantástica!!!
Coisa fácil de resolver!!!
Bj
P

Funes, o memorioso said...

Credo, Inês! Deitar-se a pensar em mim é gravíssimo. O seu estado é muito pior do que o que eu imaginava.
Mas eu estava a brincar.
A sério, deixe-me dizer-lhe duas ou três coisas. Tenho dois filhos, uma rapariga de 11 anos e um rapaz de 8. Já tiveram 7 e 4, respectivamente. Mais ou menos, a idade dos que agora lhe cabem em sorte. Julgo estar preparado para tudo na vida: para ficar desempregado, para ser preso, para ficar sem abrigo, para passar fome, para ver a Marta proibir-me definitivamente de comentar neste blogue, para que me chamem cabrão, filho da puta ou, ainda pior, poeta. Nada disso me fará - creio - alterar de modo significativo a minha personalidade. Sei que não estou, que nunca estarei, preparado para perder um filho.

Claudia Sousa Dias said...

:-)


csd

Anónimo said...

Afinal o Funes é "Bom"!!!!
(e faz-me (sorir logog de manhã!!!)
P

Marta said...

P.
sempre achei que éramos amigas!!!!!!

sorrir???

bom?

...não me digas que, ao ler, sorriste para o computador como se fosse a "fronha" do Prof. Funes?

...não me digas que te comoveste com o comentário?

...não me digas que ficaste, mais uma vez, entalada entre o amor e o ódio que nutres por certo blogger?

Não respondas P.!
depois conversamos.

PAS[Ç]SOS said...

Ao ler os comentários, em continuidade ao texto do post, não me coíbo de expressar a minha concordância com o Prof. Funes. Perder um filho é algo para o que nunca estaremos preparados, ainda que, pela minha parte, para muitas outras coisas não o esteja. Os escudos individuais são diferentes de pessoa para pessoa, mas um filho é um veio de vida cujo sentido não se coaduna com a perda.

Dalaila said...

Haverá sempre tempo, e é tudo uma questão de começar devagar