segunda-feira, março 5

Muita atenção ao próximo 23...


«Coincidindo com o aniversário do nascimento do compositor e intérprete ANTONIO VIVALDI, a 4 de março de 1678, a KALANDRAKA estreia uma nova coleção de Música Clássica, que se inicia com o livro-cd “AS QUATRO ESTAÇÕES”, para aproximar este género do público infantil. A obra estará disponível a partir de 23 de março.»

quarta-feira, dezembro 7

...coisas minhas...


[...vamos às compras...]

domingo, julho 10

Snu...mais uma vez e sempre...


[estou quase a terminar! mais 3 horas de comboio e...já está! 
muito muito obrigada Cândida Pinto]

sexta-feira, julho 8

Orelhas de borboleta


[...acabei de o ler. Foi-me recomendado há dias . é uma delícia! ficam a ganhar os meus 6 sobrinhos e, até, o que ainda vem a caminho...]

quinta-feira, junho 30

...assim...


[... livros que nos fazem sentir assim...]

imagem: Elsa Suárez Girard


segunda-feira, junho 27

nem sempre a lapis

Arrumo os livros; desfaço o saco e penduro a roupa nas costas das cadeiras. Um roupeiro é muito tempo.


Do livro "Nem sempre a lápis", de Jorge Fallorca

O lançamento do livro está agendado para sábado, dia 2 de Julho, no Bar Bartleby
(R. Imprensa Nacional, 116b, cave do restaurante BS, Lisboa), às 22h.
Ilustrações de Luis Manuel Gaspar. Apresentação por Golgona Anghel. Uma ediçãoTEA FOR ONE.

Desviado daqui

sábado, junho 18

...Ernestina


[... do outro lado do rio, um olhar tão cirúrgico e amplo, fez-se meu...]

quinta-feira, junho 9

Um livro...sem contar...


de

[...tão bom receber um presente de aniversário muitoooooooooooooooo atrasado :)))]

Uma Família Inglesa, sábado, no Palácio de Cristal



No próximo sábado, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett [Palácio de Cristal] no Porto, às 15 horas, a conferência "o Porto à volta dos Livros" aborda "Uma Fámília Inglesa". A entrada é livre.

quarta-feira, junho 8

Viagens Brancas, depois de Meninos de Ninguém

« A grande protagonista não é a cocaína, são as mulheres que com ela de alguma forma se relacionam. Por um lado, o livro evidencia vidas de mulheres com tudo o que é socialmente construído como tipicamente feminino – cuidar dos filhos ou culpabilizar-se por não o fazer, assumir qualquer papel para assegurar o bem-estar de todos a seu cargo, ter menos oportunidades e menos poder, ou ser vítima de formas diversas de violência pela condição de ser mulher.

Por outro lado, o livro desconstrói ideias tradicionais e estereotipadas sobre a mulher, ao mostrar-nos que a sua ligação com as drogas pode ser qualquer uma – a de consumidora ocasional, frequente, dependente, actual, passada, em tratamento, em recuperação ou em recaída –, assim como a sua ligação ao crime também pode ser uma de muitas – tomando o tráfico como exemplo, conhecemos a mulher que trafica para consumir, a que trafica para dar a consumir, a que vê no tráfico um grande negócio, ou apenas uma oportunidade.
Esta dimensão do envolvimento das mulheres no desvio vai mais além no livro “Viagens Brancas”. A participação das mulheres em actividades desviantes pode resumir-se a um papel passivo, heterónomo, coagido, sem controlo, como nos habituámos a pensar no comportamento feminino. Mas também nos é indicado que a mulher pode ter um papel activo, autónomo e controlador na actividade criminal, como conta a Ana Cristina a partir da história de Zany.
As mulheres, de quem não se espera que cometam crimes, ou sequer que se desviem, afinal fazem-no. E, por vezes, da forma racional e determinada que se tende a atribuir em exclusivo aos homens. Prevalece, no entanto, a expectativa social de que as mulheres correspondam a um ideal de feminilidade que passa pela constante conformidade às normas. Esta expectativa tem promovido uma dupla penalização das mulheres que cometem crimes. Por um lado, porque os cometem; por outro lado, porque são mulheres e, como tal, não os devem cometer. Não tenho grandes dúvidas: formal ou informalmente, as mulheres são mais julgadas pela sua maior ou menor conformidade aos papéis de género do que pelos crimes que cometem.
Através das histórias que nos conta, a Ana Cristina Pereira dá-nos uma excelente oportunidade para reflectirmos sobre o impacto da construção social do feminino na vida destas e de outras mulheres.»
Do Pósfacio
Raquel Matos
Professora auxiliar da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa



[depois de Meninos de Ninguém, a jornalista Ana Cristina Pereira lança Viagens Brancas.
a apresentação é hoje, no Porto.
duas sessões: uma às 18 horas, no Centro de Respostas Integradas – Porto Ocidental, Rua Diogo Botelho,1651/1653 e outra, às 22 horas, na Casa do Ló. Nem mais!
A não perder, claro! ]

quarta-feira, junho 1

Cem anos de Caminho de Ferro na Literatura Portuguesa

[...literatura e comboios: uma das poucas combinações absolutamente perfeitas no mundo! :)
isto para dizer que preciso restaurar este livro. no Porto, onde?
alguém sabe?
agradecem-se sugestões...]

quarta-feira, maio 4

O Cérebro, a Face e a Emoção

"O Código de Ekman: O Cérebro, a Face e a Emoção", o novo livro do Director do Laboratório de Expressão Facial da Emoção, da Faculdade de Ciências da Saúde, da Universidade Fernando Pessoa, Prof. Freitas-Magalhães, propõe uma viagem aos métodos e técnicas de análise científica da expressão facial da emoção e estará nas livrarias durante este mês.


«O livro, a ser lançado no mercado no próximo dia 20 de Maio, na FNAC MarShopping, revela pormenores sobre os métodos e técnicas científicas de análise da expressão facial da emoção, a neuropsicofisiologia da expressão facial, a expressão facial verdadeira e a falsa, as macro expressões e as micro expressões e as diversas implicações e aplicações psicossociais.

"O Código de Ekman: O Cérebro, a Face e a Emoção" é, segundo o autor, "uma viagem, única e fascinante, pelos territórios do cérebro, da face e da emoção, com a bússola da curiosidade procurando dar respostas ao conjunto de perguntas: Como é que o cérebro constrói a expressão facial? Como é que a expressão facial influencia o cérebro? Como se medem cientificamente os movimentos faciais? e Quais as implicações e as aplicações da expressão facial? [...]»

quinta-feira, abril 21

A volúpia de um olhar sobre o mundo

[dia 25, próxima segunda-feira, às 17 horas, na fnac do Gaia Shopping. lançamento do livro do
Miguel Braamcamp de Mancellos]

quarta-feira, março 16

Nenhum Lugar


«Perto ou longe só crescia o vento, o resto parecia limitado a uma resignação vazia e imensa. Maurício, ao observar tudo isto, sentiu a vã necessidade de dizer-se o seu nome em voz baixa, de o recordar.

Maurício abriu a boca para dizer alguma coisa, mas não soube que responder à distraída irreverência do condutor. Acabou por morder o lábio inferior, arrependido logo por ter falado, como se ao fazê-lo tivesse quebrado um pacto óbvio e necessário entre os dois homens que sulcam a noite na surda profundidade do deserto, como se o deserto fosse o caminho certo que os libertava de qualquer desvio do qual, suspeitava, não havia regresso, por não haver a onde regressar.

Depois disso, não se atreveu a dirigir-lhe a palavra, e limitou-se apenas a insistir uns minutos mais com o olhar no espelho retrovisor. Contudo, o taxista não voltou a procurá-lo. Imutável, olhava em frente, para a estrada interminável. Finalmente, Maurício desistiu e ocupou-se a observar o céu rígido e abundante através da janela. Não queria pensar em nada. As distâncias absorviam-no, como se o facto de tudo estar ou parecer distante o situasse num desterro intransitável entre ele e os seus pensamentos. Sem esforço foi-se deixando estar, inclinado sobre a janela, a olhar as fugidias figuras dos arbustos e das pedras e a sentir o frio da noite na testa apoiada no vidro.»

[Ricardo Romero, Nenhum Lugar; trad. Patrícia Louro, Deriva, Setembro 2010]

Desviado daqui

terça-feira, março 15

Música e Poder


MÚSICA E PODER: para uma sociologia da ausência da música portuguesa no contexto europeu

Amanhã, às 21 horas, na Almedina do Arrábida Shopping, em Vila Nova de Gaia

Lisboa - Livraria Almedina Atrium Saldanha - 25 de Março às 19h;

Coimbra - Livraria Almedina Estádio Cidade de Coimbra - 30 de Março às 18:30h;

Nuno Abreu tocará a Suite para violoncelo solo (2008) em Lisboa e em Coimbra

segunda-feira, março 14

hoje seria dia do seu aniversário



« ...a imaginação é mais importante do que o conhecimento... »
 

quinta-feira, fevereiro 17

...Solar, muito romântico, recebe um livro...

Eu, sabem disso, sou sempre suspeita a falar da minha cidade, a mais bela do mundo :) Este - o Solar do Vinho do Porto - é dos lugares de que mais gosto, com uma vista belíssima sobre o meu rio Douro. Quem não conhece, devia ir só com esse intuíto, ficar a conhecer. E observar, muito devagar, tudo à volta.
Ainda por cima, ao lado, tem o Museu Romântico. E os jardins da Quinta da Macieirinha. Espreitem as fotografias aqui e digam lá se não dá vontade de um longo passeio?
Mas o que eu quero dizer é que há mais um excelente motivo para ir ao Solar do Vinho do Porto. E é já no próximo dia 22. A sessão de apresentação do livro " Vinhos: Arte e Manhas em Consumos Sociais. A Apresentação de uma Prática Sociocultural em Contexto de Mudança", da investigadora do Instituto de Sociologia, Dulce Magalhães. A apresentação da obra, agendada para as 18.30 horas, estará a cargo do Professor Luís Baptista. A entrada é livre.

imagem: Ana Pina

segunda-feira, fevereiro 7

Porto Book Stock Fair

23 euros = a 9 livros! Pois é!
Uma equação possível de fazer na Porto Book Stock Fair, a decorrer no Pavilhão Rosa Mota [Palácio de Cristal], no Porto. A organização é da Calendário de Letras em parceria com a edilidade local. Comprei alguns da Cavalo de Ferro. A este, em especial, estou com vontade de lhe pegar. E a um outro do Jorge Amado, com a chancela da D. Quixote. Depois, darei notícias. Entretanto, podem passar por lá até 28 de Fevereiro.

domingo, fevereiro 6

...pois claro que quero...

«Desde 1993, ano que viu surgir três trabalhos de referência sobre a obra de Jorge de Sena, na Universidade do Porto e na Universidade da Califórnia, em Santa Barbara, que não havia uma tese universitária com a importância desta. Mécia de Sena, com a habitual economia de expressão que a caracteriza, definiu-ma como “um monumento”. Com efeito, a partir de agora, não é mais possível ler e estudar Sinais de Fogo, ou mesmo abordar alguns aspectos da obra multímoda de Jorge de Sena, e em especial a questão fulcral do erotismo, sem fazer referência a esta investigação de Jorge Vaz de Carvalho, que veio suprir uma lacuna imensa no estudo e na recepção de um dos romances fundamentais do século XX.»

Do Prefácio, de Jorge Fazenda Lourenço

«De toda a criação literária de Sena, a menos favorecida comparativamente pela investigação é o romance único e inacabado Sinais de Fogo. Embora haja sobre ele estudos parciais, faltava, sem dúvida, um trabalho mais volumoso e profundo sobre este que consideramos um dos mais notáveis romances da literatura em língua portuguesa.»

Da Introdução, de Jorge Vaz de Carvalho

Jorge Vaz de Carvalho, além de músico de carreira internacional, é licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade Clássica de Lisboa, Mestre em Literaturas Comparadas pela Universidade Nova de Lisboa e Doutorado em Estudos de Cultura pela Universidade Católica de Lisboa. O seu trabalho literário inclui obras de poesia (A Lenta Rendição da Luz, Relógio d’Água, 1992) conto, ensaio e tradução (Ciência Nova de Giambattista Vico, Fundação Calouste Gulbenkian, Prémio de Tradução Científica e Técnica FCT/União Latina 2006; Canções de Inocência e de Experiência de William Blake, Assírio & Alvim, 2009; Vida Nova de Dante Alighieri, Relógio d’Água, 2010). Exerce constante actividade de articulista e de conferencista, no país e no estrangeiro. Foi Director da Orquestra Nacional do Porto e Director do Instituto das Artes. É professor e coordenador científico da área de Estudos Artísticos da Universidade Católica Portuguesa.

Colecção: Peninsulares 102 / Data de Edição: Dezembro de 2010 / Distribuição: Janeiro de 2011 / Formato e acabamento: 14,5 x 20,5 cm, edição brochada com badanas / 448 páginas.

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quarta-feira, janeiro 26

Seeds on Hard Ground