quinta-feira, dezembro 8

"A invenção do dia claro"


Eu queria que os outros dissessem de mim: olha um homem! Como se diz : Olha o cão! quando passa um cão; como se diz: olha uma arvore! quando há uma arvore. Assim, inteiro, sem adjectivos, só de uma peça: UM homem!

[...]

As palavras dançam nos olhos das pessoas conforme o palco dos olhos de cada um.

José de Almada Negreiros in A Invenção do dia claro



[obrigada Helena e JGF. foi um belo serão! gostei muitíssimo...]

quinta-feira, agosto 18

urgências I

...WANTED...

quinta-feira, junho 9

Um livro...sem contar...


de

[...tão bom receber um presente de aniversário muitoooooooooooooooo atrasado :)))]

sexta-feira, junho 3

...adorei ficar à conversa...


[...contigo! parabéns, querida Graça. gosto tudo de ti e...foi tão boa a surpresa :)]

segunda-feira, maio 2

...e por falar em fado...


[...e por falar em fado, há dias lá fomos nós, à Casa de Santo António, na Rua de São Bento da Vitória, pela mão do meu mano...sempre tão bem informado sobre estas coisas...e foi uma noite e pêras! Minto! foi uma noite e petiscos... à luz da vela, com fado ao fundo...recomenda-se, esta tasca com toque "gourmet", onde escolhem, por nós, o que vem para a mesa... e era tudo tão bom...]

quarta-feira, fevereiro 9

...são todas para ti...

[...querida Sónia! parabéns! tudo de bom hoje e sempre. gosto tudo de ti, linda...]

segunda-feira, janeiro 24

...de sol...

[...que todos os teus dias sejam de sol ...
sem nenhum "enclave" mas com a clave certa!
música, como tanto gostas e tão bem escolhes.
parabéns querida Dalila! íssimo de ti, minha amiga...
...muito muito muito. tudo.
de ti.sempre.]

domingo, janeiro 9

Feliz aniversário!

[E brindamos, mais uma vez, à amizade! Aos 55 anos do meu muitíssimo querido Alfredo Mendes. Há caminhos assim: que se cruzam para sempre. Em boa hora!]

...o sol pela lareira...

[...trocar o sol pela lareira!
...a minha querida amiga chegou ao Porto... e deixou para trás o calor de Curitiba...]

Telegramas em vez de cartas

[...espero que tenhas encontrado menos neve em Londres!
dá-me (mais) notícias...]

quarta-feira, dezembro 8

a noite pede música



[Edu, roubei -aqui - para ti :) porque é lindo lindo. a tua cara]

quinta-feira, novembro 4

Como diz o Carlos...

[...doces fraquezas. à colher...]

A Graça...

[...está assim, a deixar que os sonhos voem. e eu admiro-a muito. também por isso]

imagem: Andrew Bella

quinta-feira, setembro 9

Zaclis Veiga - luz, linha, papel

[ adoraria estar lá de corpo e alma. estarei de alma. muito de alma. com a alma inteira, nesta exposição da minha muito querida amiga Zaclis.
ficarei aqui, olhando pelas janelas que me abriste... sentindo muito. sentindo tudo.
e agradecendo a deus o cruzamento dos nossos caminhos e a árvore, aqui ao lado, que fizemos nossa ]

Os trabalhos de Zaclis revelam sua profunda intimidade com a luz, adquirida pela prática da fotografia – forma de expressão constante da artista.
Fotografou trabalhos feitos com dobraduras em papel, e, a partir do convite feito pela Secretaria Municipal de Esporte e Cultura para mostrar em Castro as fotos e os desenhos feitos em nosso atelier, pesquisou elementos que pudessem remeter à cidade e, assim, escolheu a partitura impressa da valsa “Vem”, de Bento Mossurunga. A partitura adquire, então, a função de suporte para novas experiências. Segundo Zaclis , “a sonoridade da canção de Mossurunga remete a idéia de vôo” e é por isso que recorta secções em forma de v nos papéis dobrados.
Ou seja, da simples proposta do desenho de observação das dobraduras do papel, Zaclis foi além dos contornos das formas. Seu olhar buscou os espaços vazados, registrando em nanquim sobre o branco do papel, a apreensão daquilo que já reside em sua essência: luz, clareza, objetividade.

Leila Pugnaloni
Agosto de 2010

sexta-feira, setembro 3

but you know they´re always there


[só assim como quem diz que os meus... são os melhores do mundo...]

quarta-feira, setembro 1

post-it [perfumado] para a Graça


o Verão já vai no fim, eu sei. mas, só agora, descobri esta versão. e, claro, lembrei-me de ti. e, também tu avolumas as saudades que trago cá dentro. que SAUDADES, Graça!
não é que eu use perfume diariamente, tu sabes. não é que não goste, mas esqueço-me. a maior parte das vezes, esqueço-me do perfume nos pulsos, no pescoço, no ar e saio de casa, como hoje, a cheirar a mim.

e Londres, minha querida, conta-me Londres pelos teus olhos, numa carta longa, longa como as minhas saudades. o certo é que ainda não morri delas, ao contrário das minhas expectativas.

hoje, ao ouvir The last shadow puppets, tentei recordar-me de uma outra música que me deste a conhecer. hoje, diversas coisas me levaram até ti. uma música, um perfume. o teu sorriso acomodado nas minhas recordações. coisas serenas.

de resto, por aqui, o tempo está quente e, às vezes, chove. como nos beijos de cinema. tu sabes.

terça-feira, agosto 31

a caixa


meu querido,

é esta a razão: é transparente como eu e tu, quando nos encontramos e, também, quando nos perdemos. não. o perder não é de nós. é dos outros.

é assim, transparente, porque a procurei assim, exactamente igual aos teus sonhos sem nevoeiro. aqueles, onde há crianças e sons cristalinos, tão limpos e cheios como casas ao domingo.
lá dentro, encontras uma mesa infinita, sorrisos ternos, olhares de espanto e espanta-espíritos coloridos. encontras livros, cravos, memórias sem mágoa, um mar imenso. eu sei que sabes.

e tem uma tampa, para que o aroma e os sabores não percam intensidade.

lá dentro, como podes ver de qualquer ângulo tem, ainda, tudo que te possa fazer feliz. música, um arco íris, palavras e almendrados. um gato? claro que tem um gato. vê bem. tem quadros, cartas e até um cais. o de sempre. porque se gostas de partir - e eu sei que gostas – tens no regresso a tua autenticidade. essa coisa de pertencer a um lugar. um dia, a um coração ou a qualquer vento que te chame.

se olhares com atenção vês, ainda, uma estrela, a infância, t-shirts puídas, uma bola azul, filmes por ver. uma manta e um sofá. coisas simples que te dão chão.

é por isso que é transparente. para veres tudo. intacto e sereno. como gostas.

lá dentro, só não encontras o bem que te quero, porque o bem que te quero não cabe em nenhuma parte do mundo, nem sequer no mundo inteiro.


[quase um ano. e parei para reler. aconteceu-te. creio que te aconteceu, meu querido]

quarta-feira, junho 30

Porto, naçom de falares


«Esta quarta-feira, pelas 18.30, no Palácio dos Viscondes de Balsemão (ao Carlos Alberto), é lançado o novo livro do jornalista e querido amigo Alfredo Mendes. A obra, intitulada naçom de falares (Âncora Editora) é a mais completa recolha de palavras e expressões do calão portuense (ao todo, 1735 termos) e inclui algumas das «estórias» reais que funcionam como bilhete de identidade do Porto.
Depois do sucesso do volume com a história do Café Piolho, publicado na mesma editora e já em segunda edição, o Alfredo regressa com um livro que, segundo Hélder Pacheco, autor do prefácio, representa «um acto de rebeldia contra o cosmopolitismo falsamente progressista, um assomo de autenticidade contra o rasurar das diferenças».
Em Abril de 2009, Alfredo Mendes, então no DN, foi escolhido para integrar um despedimento colectivo, tendo o seu posto de trabalho sido considerado «redundante» pelo mesmo grupo que agora fechou o 24 Horas e o gratuito Global Notícias.
Ao contrário do Diário de Notícias, que continua a afundar-se nas suas contradições, os 30 anos de jornalismo do Alfredo aí estão: vibrantes, talentosos, a dar frutos. Prova de que um repórter de excelência não esquece. E de que o andarilho de terras e gentes que habita dentro dele está mais vivo do que nunca. E recomenda-se.
Aqui ficam algumas das palavras e expressões incluídas no livro, só para abrir o apetite para uma sessão que terá algumas surpresas. Apareçam, pois!»

Cheio de nove horas – petulante
Enchousadela – porrada
Estar de gesso - sem trabalho
Gameleiro – tachista
Lontra – mulher forte, deselegante
Meter para a blusa - comer
Rosquedo – reboliço sexual
Sustrice – preguiça

[copiado daqui. e não é só copiado é subscrito.... na parte do querido amigo...aliás leva reforço: do meu absolutamente querido amigo Alfredo Mendes. a não perder.]

segunda-feira, junho 28

coisas boas?

...não. coisas boníssimas.

a minha querida amiga está a chegar. os braços estão abertos. vem logo, menina :)
Brasil, depois, só no relvado ;)

sexta-feira, maio 28

ladys G

a nova rainha pop. dizem. lady Gaga.