sexta-feira, maio 20

Filipa Leal na Comunidade de Leitores da Almedina

“A Cidade Líquida e Outras Texturas”, “O Problema de Ser Norte” e a “Inexistência de Eva” (todos da Deriva Editores) são os livros de FILIPA LEAL que vão pairar na tertúlia da Comunidade de Leitores da Almedina do Arrábida Shopping, no próximo sábado, dia 21 de Maio, pelas 17 horas. Nesta sessão do ciclo “Porto de Partida”, vai ser possível assistir, também, à leitura de poemas feita pela própria autora. A entrada é livre.

Filipa Leal encara o Porto como “mais do que um porto de partida” e sim “um porto de chegada.” A escritora explica que nunca partiu “verdadeiramente: escrevi um dia que somos uma espécie de aves com raízes, isto porque nunca partimos verdadeiramente de nós próprios. É aqui que regresso sempre, e também é aqui que regresso quando ando à procura de mim. Como escrevi n’«A Cidade Líquida e Outras Texturas», “Demoro-me/ No ventre desta cidade/ que nenhum navio abandonou/ porque lhe faltou a água para a partida“.
Apesar de nenhum dos livros apresentados na sessão pretender ser um “retrato do Porto”, Filipa Leal confessa que “nele encontramos certamente as ruas de que sou feita quando ele me fez”.
A também jornalista deixa um desafio a todos aqueles que queiram participar na sessão: ela servirá para mostrar “a poesia como lugar onde nos podemos reunir”.
NOTA BIOGRÁFICA
Filipa Leal (Porto, 1979) formou-se em Jornalismo na Universidade de Westminster, Londres, e concluiu o Mestrado em Literatura (Estudos Portugueses e Brasileiros) na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Fez uma passagem pela Rádio Nova, e foi editora do suplemento «Das Artes, Das Letras» no jornal O Primeiro de Janeiro. Actualmente, é jornalista no Diário Câmara Clara (RTP2) e colaboradora da Casa Fernando Pessoa. Depois de um ano de formação no Balleteatro do Porto, começou a participar, em 2003, em espectáculos de poesia no Teatro do Campo Alegre (Porto), ciclo Quintas de Leitura, e desde então tem feito leituras em diversos locais do país (Centro Cultural de Belém, Casa das Artes de Famalicão, Palácio de Belém, Fundação Eugénio de Andrade, entre outros). Publicou vários livros de poesia, de que se destaca «A Cidade Líquida e Outras Texturas» (publicado também em Espanha, pela editora Sequitur) e «A Inexistência de Eva» (Deriva editores). Está representada em antologias em Itália, Croácia, Colômbia e Galiza, e um dos seus poemas foi musicado pelo Bando dos Gambozinos para o álbum «Com Quatro Pedras na Mão». Foi finalista do Prémio Literário Casino da Póvoa (Correntes d’Escritas) em 2011, com o livro «A Inexistência de Eva».

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quarta-feira, abril 27

Comunidade de Leitores Almedina

"Alfredo Mendes, jornalista, autor de um livro já emblemático sobre o Café Piolho, é o convidado da próxima sessão da Comunidade de Leitores da Almedina, no Arrábida Shopping, a decorrer este sábado (30), a partir das 17 horas. Desta vez, o modo portuense de falar será o tema, a pretexto do livro «Porto – Naçom de Falares» (Âncora), já em segunda edição. Praticante do jornalismo andado e não do Portugal sentado, Alfredo Mendes junta a uma pesquisa apurada do calão portuense – ou adoptado pelas suas gentes – as experiências e memórias de mais de 30 anos de trabalho e convívio com a matéria nobre do jornalismo: as pessoas. Contador de histórias nato, o próximo convidado da Comunidade é um bom motivo para irmos ao reencontro das raízes fundas do dizer – e sentir – portuense."


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terça-feira, fevereiro 22

Rui Rio na Almedina


«A sessão da Comunidade de Leitores da Almedina no próximo sábado, 26, tem um convidado especial: Rui Rio. Porquê o convite ao Presidente da Câmara do Porto para participar numa tertúlia literária? Simples: Rui Rio publicou em 2002 um livro que reúne algumas das suas principais reflexões sobre a política nacional e autárquica, cujas temáticas mantêm enorme actualidade. Nas páginas de «A Política in situ» (Porto Editora) fala-se das grandezas e misérias da actividade política através de temas que continuam na ordem do dia: financiamento partidário, leis eleitorais, o papel do Estado, o poder mediático, a herança do 25 de Abril, o estatuto dos deputados, a Justiça, a noção de interesse colectivo, a crise de valores, Lisboa e o País, entre outros. Podemos concordar ou não com as opiniões e posturas de Rui Rio, mas ninguém negará a importância deste debate numa altura em que o próprio autarca admite estar em risco o regime saído da Revolução dos Cravos, em 1974 (ver notícia de hoje no jornal «I»). Sábado, a partir das 17 horas, no Arrábida Shopping, lá estaremos, na livraria do costume».
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sábado, janeiro 29

Lendas do Porto

«Amanhã, [HOJE] pelas 17 horas, JOEL CLETO, autor do livro «LENDAS DO PORTO» (Quidnovi), é o convidado da primeira sessão da III série da Comunidade de Leitores da Almedina do Arrábida Shopping. “Porto de Partida” é o mote para os debates e conversas das tertúlias da Almedina, num ambiente onde o Porto será sempre o pretexto para outras leituras, temas, lugares e reflexões. Apareçam!

SINOPSE «Lendas do Porto»
«Uma viagem pela História e Património da região do Porto a pretexto de mais de duas dezenas de lendas. Através destas páginas o leitor é convidado a (re)visitar monumentos como a Sé do Porto, a Torre de Pedro Sem, a Casa de Ramalde, a capela do Senhor da Pedra ou a igreja de Matosinhos. Mas também a contactar com personalidades históricas como o rei Ramiro, Zé do Telhado, Camilo Castelo Branco, D. Pedro IV ou o Infante D. Henrique. Aqui encontrará igualmente as explicações lendárias para a origem dos “tripeiros”, da associação da concha da vieira aos Caminhos de Santiago, ou de topónimos como Miragaia, Matosinhos ou Valongo.

Episódios fabulosos, transmitidos durante séculos através da oralidade, as lendas não deixam de encerrar pistas preciosas (por vezes as únicas que chegaram aos nossos dias) para a compreensão de muitos episódios históricos e para a génese de muitas localidades e seus monumentos.

Mas, para lá de lenda, o leitor encontrará também as respostas que, entretanto, a História e a Arqueologia encontraram para as dúvidas e questões que motivaram os nossos antepassados para as suas explicações lendárias».

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sábado, janeiro 15

O regresso da Comunidade

A Comunidade de Leitores está de volta! É o terceiro ciclo. Mas o cenário não muda: Almedina do Arrábida Shopping. Nem o cenário, nem o dinamizador das tertúlias: Miguel Carvalho. Livros em volta. Olhares atentos. Mote: cidade do Porto.

«Aqui fica, pois, a lista definitiva dos participantes e as respectivas datas das sessões. Creio que os convidados garantem, pelo menos, uma ampla variedade de abordagens: da política à poesia, da religião às tradições populares, das memórias à escrita de um Porto sentido. Os interessados em participar devem fazer uma inscrição gratuita na Livraria Almedina do Arrábida Shopping».

Anotem, s.f.f.

Últimos sábados do mês – 17 horas

JANEIRO (dia 29)
JOEL CLETO
Livro: Lendas do Porto (Quidnovi)
FEVEREIRO ( dia 26)
RUI RIO
Livro: A Política In Situ (Porto Editora)
MARÇO (dia 26)
CARLOS TÊ / MANUELA BACELAR
Livro: Cimo de Vila (Afrontamento
ABRIL (dia 30)
D. MANUEL CLEMENTE (Bispo do Porto)
Livro: Porquê e Para Quê – Pensar com Esperança o Portugal de Hoje (Assírio & Alvim)
MAIO (dia 28)
FILIPA LEAL (+ sessão de poesia)
Livros: A Cidade Líquida e Outras Texturas, O Problema de Ser Norte e a Inexistência de Eva (Deriva Editores)
JUNHO (dia 25)
ALFREDO MENDES
Livro: Porto – Naçom de Falares (Âncora)
Fonte: aqui

imagem: Claudia de Sousa Dias

sexta-feira, outubro 9

II edição da comunidade de leitores Almedina

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«Portugal morreu? Em que sentido? É este o ponto de partida para a primeira das sessões da segunda série da Comunidade de Leitores da Livraria Almedina, do Arrábida Shopping
Começa hoje, às 17 horas, e o mote da tertúlia - A Morte de Portugal - é dado pelo título de um livro do escritor Miguel Real. O autor estará presente na próxima sessão, dia 31.
«Como há tempos se escreveu na Imprensa, o livro de Miguel Real faz o diagnóstico “do Portugal forjado nos seus pesados complexos. Da riqueza à pobreza, da euforia à depressão, dos senhores de um império a europeus de periferia. Uma visão sobre o fim de um certo país.”. Um bom tema, portanto, para debater entre períodos eleitorais…
Miguel Real é o pseudónimo do professor e escritor Luís Martins. Nascido em Lisboa, em 1953, tornou-se sintrense por adopção. É licenciado em Filosofia e Mestre em Estudos Portugueses com uma tese sobre Eduardo Lourenço. A sua extensa obra abrange o ensaio, o romance e o teatro – este último em colaboração com Filomena Oliveira – e já foi galardoada com diversos prémios:
1979 – Prémio Revelação de Ficção da APE/IPLB com O Outro e o Mesmo;
1995 – Prémio Revelação de Ensaio Literário da APE, para Portugal – Ser e Representação;
2000 – Prémio LER/Círculo de Leitores para A Visão de Túndalo por Eça de Queirós;
2005 – Prémio Fernando Namora da Sociedade Estoril Sol para A Voz da Terra.
Uma bolsa do programa “Criar Lusofonia” do Centro Nacional de Cultura, permitiu-lhe seguir, em 2001, o itinerário do Padre António Vieira pelo Brasil, do qual resultou um diário e material para o romance O Sal da Terra, cuja publicação, em simultâneo com o ensaio O Padre António Vieira e a Cultura Portuguesa, coincidiu com a comemoração dos 500 anos do nascimento do jesuíta luso-brasileiro, em 2008.
Para além de escritor, especialista em cultura portuguesa e crítico literário, Miguel Real é professor de Filosofia na Escola Secundária de Mem Martins e membro, desde sempre, da equipa da biblioteca.
Tem publicadas várias obras, entre as quais “A Morte de Portugal” (Campo das Letras), “O Último Negreiro” (Quidnovi) e “A Ministra” (Quidnovi).
imagem: Almedina