quarta-feira, dezembro 7

...talvez...


[...um dia, quando for grande, talvez consiga um  trabalho assim:
comer & falar!]

sábado, novembro 19

...alguém me pode ajudar, por favor?

De há dois meses para cá, na maior parte dos blogues, sempre que eu tento comentar,
aparece esta mensagem:

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...inviabilizando o comentário...só consigo comentar via anonimato!!!

Alguém sabe como fazer para que tudo volte à normalidade?

domingo, maio 15

Muito obrigada!


[ não são cartas de papel, como estas. são e-mails. com palavras e não só.  isto é um agradecimento especial ao JDA, ao JQS, ao JD, ao JM, ao JF, ao JC, à PB, à SCP e à RVN - a mais recente visitante deste blog que se manifestou num e-mail delicioso, pleno de ternura. obrigada a todos pela partilha. muito. muito]

sexta-feira, abril 29

...e sorri...


[...já não o fazia há imenso tempo. hoje fui espreitar os bastidores do há vida em marta. nas palavras chave encontrei esta: como entender marta. e sorri. ele há cada palavra no meio de tantas chaves...]

sexta-feira, novembro 26

Palavras - chave

Isto não abona nada a meu favor, eu sei. Mas vou dizê-lo: só agora dei conta do item "estatísticas". Cliquei e entre outras coisas, tem a que considero mais divertida, as palavras-chave! Eis as mais "votadas": há vida em marta; havidaemmarta; ha vida em marta; há vida e a marta; post it;banda desenhada facebook; amo-te marta; a marta no outono; a marta está triste; benuron; imagens de sapatos; aprender a rezar na era técnica; escrita criativa...entre outras. Enfim...agora, enquanto achar graça, vou andar atenta a esta brincadeira :)

segunda-feira, fevereiro 15

Mínimo Ajuste

agora, também estou aqui. obrigada pelo convite. é uma honra integerar esta equipa.
estimados visitantes apresento-vos o MÍNIMO AJUSTE

segunda-feira, fevereiro 1

aniversário XXI


Ava Gardner poderá ter sido "o mais belo animal do mundo".

Mas a "marta" deste blogue, sem dúvida o mais patusco...!

Parabéns atrasados pelo aniversário...! um grande, grande beijinho, Cláudia

[texto e "marta" enviados pela minha querida Cláudia.onde há sempre um livro à nossa espera]

aniversário XX


Eu sempre soube que havia vida em Marta. Outros precisariam de expedições, fotografias por satélite, sinais de água no corpo. Eu não. Há vida em Marta desde que me conheço. Porque haver vida em Marta não é obra do acaso, nem é negociável. É a verdade, simplesmente. Fosse Marta um planeta, seria de morar nele em nome dos nossos melhores dias. E sonhos. Há vida em Marta. Claro que sim. Caso contrário, a terra, as palavras, a alma e o coração seriam lugares menos habitáveis.
Miguel
[enviado pelo meu mano. conhecedor absoluto de um planeta chamado meu coração. e de um outro, ainda mais à esquerda. aqui]

sexta-feira, janeiro 29

aniversário XIX


Olá,
vai com um dia de atraso mas espero que ainda a tempo de voares nas asas da liberdade... e dos sonhos!
Muitos beijinhos. Parabéns pelo blog e por ti,
Alexandre

[gentilmente enviado por Sofá Amarelo, onde gosto de me sentar e descontrair...]

aniversário XVIII

Marta: elas combinam contigo e o teu blog combina comigo. Parabéns e desculpa o atraso. Um beijo enorme. Cristina

quinta-feira, janeiro 28

aniversário XVII


olá Marta!
pedes-nos palavras essenciais. para isso não tenho jeito.... contudo não posso deixar de te dar os parabéns por este "cantinho" onde tantas vezes vim apenas pelo prazer que isso é. este é o meu presente para ti. espero que gostes. e que a "Vida em Marta" continue longa e feliz e nos possa proporcionar muitos mais 365 dias de risos, sorrisos, nós na garganta, arrepios...

beijinho,

Sonja Valentina

[fotografia e palavras enviadas pela querida Sonja. um dos meus afectos primeiros. aqui. outra paixão. quando pousei e repousei e me agitei no seu olhar. uma antropologia do olhar. do quotidiano do saber ver.]

aniversário XVI


Obrigada por seres...!!!
Parabéns pelos teus textos/pensamentos!!!
[E pelos desenhos da Leila Pugnaloni de que tanto gosto]
bj
Paula [devidamente identificada]

imagem: Leila Pugnaloni

aniversário XV


1. Foi aqui que cheguei em Fevereiro de 2009, para nunca mais sair. Ainda que por períodos o afastamento seja uma verdade, cada regresso transporta o sabor de saber que não me afastarei definitivamente. Em referências aprendi, em sugestões revi-me. Descobri e introduzi-me como intérprete de personagens para que não fora convidado. Foram repetidos os momentos em que me espelhei nas mensagens passadas, em que me senti antecipado por vontades sonhadas. Bebi muito, algumas vezes num só trago, outras gota a gota, do que aqui está publicado. Embrenhei-me de tal modo em tantas destas palavras que, hoje, basta passar sobre elas com um olhar para reviver a sensação da primeira leitura. Comentei com as palavras à flor da pele, enquanto um cigarro ardia em [melo]dias silenciosos. Na partilha semearam-se afinidades que saudosamente permanecem em palavras que iluminam cidades. Essenciais tornaram-se tantas outras, contadoras de histórias. Pois se não é segredo, porque não assumir que volto aqui e continuo a ser tantas vezes surpreendido?


2. Há palavras a que se chega e, sem que as conhecêssemos, sabemos que existiam e esperavam por nós. A pretensão não será propriamente um atributo, mas há palavras cuja força, cuja vontade de vida, nos raptam para essa estranha sensação de certeza que ali estão unicamente para que nós as leiamos. Porque foram escritas para nós! Do deslumbramento de leitura, rapidamente passei ao encanto de me ver nelas. As primeiras, aquelas que não oferecem qualquer dúvida, vestiram-se de cumplicidade. Depois fui-me encontrando em muitas outras. Verdade será que em grande parte delas é pura ilusão de quem se julga capaz de se espelhar em palavras súperas e em querer tomar a vida desses vocábulos impregnados dela. Mas para quê desfazer a ilusão se nos proporciona um sorriso rasgado no peito? Mas porque não acreditar que algumas delas decorrem de afectos especialmente inventados, de afinidades confirmadas? Mas porquê desfazer o sonho aberto aquando de algumas das suas leituras? Mesmo que, hoje, não acendam ilusão, há ainda muitas palavras cujo confronto se silencia num suspiro especial por saber terem sido ‘lidas’ antes… Há palavras a que se chegou e de onde não se parte pois não se querer deixar valiosos pedaços de nós perdidos no esquecimento.

Pas[ç]sos

[mesmo sabendo que é preciso respeitar a decisão, estou zangada com o Pas[ç]sos um dos primeiros comentadores deste blog. é que somos contemporâneos nestas andanças e pronto. estou zangada. mas é só com este Senhor! é que o paços d´água vai fazer-me falta. só isso.]

imagem: Sonja Valentina

aniversário XIV


este é o Alentejo que trago no meu olhar de Novembro.
o olhar tem coração, não tem?

[fotografia enviada pelo querido amigo Senhor Dom Grifo Planante. João Menéres, fotógrafo de momentos comoventes e outros dias. mais um cruzamento feliz, na minha vida blogosférica]

aniversário XIII


Pediste-nos palavras essenciais. Aqui vão:
O que me enterneceu nesta imagem foi o sorriso cúmplice e a mão que se levanta para um gesto de carinho! O essencial é esta partilha! De uma vida cumprida! A mesma que eu espero ter com a pessoa que amo!
Um beijo, Querida Marta.
Parabéns por este planeta.
K

[ele diz que lá, coisa estranha, nada acontece. e, às vezes, fica mesmo muito tempo sem acontecer. mas quando acontece, quando acontece...bem, quando acontece...acontece...]

quarta-feira, janeiro 27

aniversário XII


Acabei de visitar "Há Vida em Marta". Claro que sim. Há vida e da mais cristalina. Uma vida também límpida, suave, a exemplo de quem lhe dá vida: a minha querida Amiga. Felicitações. Depois, demandei Almendra, a sua serena luminosidade. Imagens colhidas pela Celina (que desconhecia), outras igualmente muito belas. Ah, fala do doce de amoras. Um amor. Amor-amor(as). Bendito prodígio da natureza.

Bem, quero lembrar-lhe que, com a confusão do jantar [...], acabou por ficar em Leça um frasquinho dessa compota que lhe estava (E ESTÁ) destinado. Quanto à terra donde a lambarice vem, já sabe: é minha, é sua, é de quem nela respira a autenticidade de um lugar e das suas gentes. Daí, quando quiser, vá até Almendra. Tem casa ao seu dispor. Beijinhos com maresia,


Alfredo Mendes


[sim, sim é meu amigo. tá na cara. ou nos caracteres. como quiserem. autêntico como só ele é.

e é. é a minha grande bênção. amigos assim. janelas serenas para o azul]

imagem: telemóvel da Marta em Barca d´Alva

aniversário XI


Apesar das ruínas e da morte,

Onde sempre acabou cada ilusão,

A força dos meus sonhos é tão forte,

Que de tudo nasce a exaltação

E nunca as minhas mãos ficam vazias.
Sophia de Mello Breyner Andersen
(do seu primeiro livro de poesia, Poesia, de 1944)
[este quadro e este poema - combinação perfeita - foram enviados pelo Carlos Azevedo cujo blog não passo sem visitar. temos registos muito parecidos, na música. aliás, gostava de ter encontrado um saco que ele diz ter perdido, depois de umas compritas na FNAC!]
imagem: Vieira da Silva, Luz, 1978

aniversário X

Que o teu blog viva em Marta, em Marte e em nós todos cá na Terra, com muitos posts e longos anos de vida.

[este "postal" é da querida Patti, autora de textos deliciosos, lá no Ares. e com um jeito muito especial para escolher imagens...olhem bem para esta ;)]

imagem: alessandro bavari

aniversário IX


Marta, minha querida amiga
primeiro parabéns pelo aniversário e pela ideia.

Passaram-me tantas palavras pela cabeça: amor, solidariedade, amizade, alegria, sorriso, paixão, ... e para cada uma, um argumento se instalava: e quando o amor acaba e a amizade se enfraquece e a solidariedade esquece de se vestir e a alegria desvanece como a morte e o sorriso só sabe chorar e a paixão deixa de aquentar?
Percebo que depois de tudo, quando só há escuridão, o essencial é acreditar.

[fotografia e texto da minha muito querida amiga Zaclis. que não está só na minha vida. também está aqui.]

aniversário VIII - Da Razão dos Simples





À Marta e ao Geoff
Regresso
Dos fundos dos mares, do fundo navegável
Do meu ser errante.
Há muito que temia ser navegante
Neste amável mar de estelas primeiras

E antes eram palavras
Agora a manifesta asafia,
Que pretensamente
Prende a apoucada letra
Ao caminho do seu curto cordel
De linho e ráfia,
A vontade dos simples,
Que no onirico sublinhado da vida
Que sulca e mente,
Regressa.

Erguido duma qualquer urgência
Colocada na alma que se atravessa,
Dos simples
Contam-se aqueles que não sucumbiram
Às imposturas da idade e pela
Cadência das ilusões, partiram
E não regressaram.

Uns cansados
Outros desgastados pelo ritmo das estações,
Aos restantes restam as canções
Que nas indistintas madrugadas
E nas indistintas idades,
Fizeram da palavra, da esquecida cadência do peito,
A construção da poesia
A obra do mundo que ergue as cidades,
A pequena multidão que pela vontade
Regressa do fundo da alma e
Do mais longínquo ponto do horizonte
Fará nascer o reino onde as letras
Sem margens, nem rios, ou sejam,
Sem nada aparentemente
Por ligar, as letras essas serão a própria ponte,
O ligar, a fantasia, o regressar
Porque ontem foi lá longe
E o regresso é sempre outro dia.


Leonardo B.


[da autoria de Leonardo B. ainda e sempre. o encontro, dos primeiros, foi na Última Estação... e demorei-me por lá muito tempo. em boa hora saí, distraída, para ficar.]