quinta-feira, fevereiro 18
no ruído do meu silêncio
no ruído do meu silêncio não me perco, traço pontos entre linhas imaginárias, os pontos reais , os pensamentos incorpóreos, e entre um ponto e outro anoto as variantes de silêncio que percebo:
o silêncio do vento parado, o silêncio do ar respirado, o silêncio do meu coração, o silêncio da minha alma
custa-me mais ouvir a alma, esse silêncio que toco de uma a outra
letra à música que faço no silêncio que afogo
há silêncios tão longos como uma noite longe
imagem: [não sei]
Escrito/editado por Marta 12 Terráqueos
Etiquetas: Pedro Faria Lopes, Poemas que sinto
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