«O Amadora BD já chegou! Entre os dias 21 de Outubro e 6 de Novembro os quadradinhos regressam à cidade transformando-a no ponto de encontro internacional da banda desenhada em Portugal. Sexta- feira passada o Fórum Luís de Camões abriu portas à 22ª edição deste evento.Tendo O Humor como tema central, o Festival apresenta um conjunto diversificado de exposições de autores nacionais e estrangeiros representativos das várias tendências e correntes da BD, dos clássicos aos contemporâneos, do mainstream à vanguarda. O ano de 2011 é um marco importante para a afirmação da banda desenhada portuguesa pois completam-se 100 anos sobre a criação da Sociedade dos Humoristas Portugueses, evento que simboliza uma alteração na forma de fazer e de pensar a BD que a partir desta data se autonomizou da caricatura. O Humor foi então o mote para a criação da imagem por Filipe Andrade premiado com o Melhor Desenho para Álbum Português em 2010. O desafio do artista foi o desenvolvimento de uma imagemforte, emotiva, atractiva, que promovesse o riso. O resultado foi a criação de quatro personagens divertidas — mãe, pai, filho e avó — os “super cueca” que têm o super poder de, com um simplesgesto, se rirem de si próprios». Mais informações em http://www.amadorabd.com/
domingo, outubro 23
22º edição já abriu as portas
«O Amadora BD já chegou! Entre os dias 21 de Outubro e 6 de Novembro os quadradinhos regressam à cidade transformando-a no ponto de encontro internacional da banda desenhada em Portugal. Sexta- feira passada o Fórum Luís de Camões abriu portas à 22ª edição deste evento.Tendo O Humor como tema central, o Festival apresenta um conjunto diversificado de exposições de autores nacionais e estrangeiros representativos das várias tendências e correntes da BD, dos clássicos aos contemporâneos, do mainstream à vanguarda. O ano de 2011 é um marco importante para a afirmação da banda desenhada portuguesa pois completam-se 100 anos sobre a criação da Sociedade dos Humoristas Portugueses, evento que simboliza uma alteração na forma de fazer e de pensar a BD que a partir desta data se autonomizou da caricatura. O Humor foi então o mote para a criação da imagem por Filipe Andrade premiado com o Melhor Desenho para Álbum Português em 2010. O desafio do artista foi o desenvolvimento de uma imagemforte, emotiva, atractiva, que promovesse o riso. O resultado foi a criação de quatro personagens divertidas — mãe, pai, filho e avó — os “super cueca” que têm o super poder de, com um simplesgesto, se rirem de si próprios». Mais informações em http://www.amadorabd.com/
Escrito/editado por Marta 4 Terráqueos
Etiquetas: Amadora BD
quarta-feira, fevereiro 23
"às quintas falamos de BD"
Claro que gostava de ir. É já amanhã, na Amadora. Quando abri a carta, não soube só desta conversa! Soube também que na última quinta-feira dos meses de Fevereiro a Maio, sempre às 21 horas, o Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem, promove e recebe os encontros "Às Quintas falamos de BD". Amanhã, apresenta-se o livro E Tudo Fernando Bento Sonhou, da autoria de João Paulo de Paiva Boléo.
Escrito/editado por Marta 2 Terráqueos
Etiquetas: Amadora BD, João Paiva Boléo
quarta-feira, outubro 14
Festivalar por aí - Amadora BD
É um festival! Uma alegria de lés a lés. De Norte a Sul, durante todo o ano, Portugal soma festivais. Ele é o festival do chocolate, da melancia, do chícharo, do esóterico e do caracol. Da sardinha, da castanha, do jazz, da banda desenhada, do teatro, do erótico e da dança. Da francesinha, das papas de sarrabulho, do fado, da canção redentorista, de robótica, do queijo, pão e vinho, da ópera, do islamismo, de gigantes, de tunas, dos descobrimentos e dos jardins. Da cerveja e das marcas patrocinadoras, que sem apoios não se faz nada. Ou faz-se pouco e sem visibilidade nenhuma.
Um festival é quando um Homem quer! É assim há muitos anos. E não me refiro aos 45 que já leva o famigerado Festival da Canção. Esse festival que silenciou famílias, em tempos idos, à volta da televisão. Para ouvir a Europa cantar. Agora, em cada vez mais idiomas. E com cada vez menos união. Familiar. Porque a oferta lúdica é maior. Creio.
De qualquer forma, em causa estão os festivais que tiram as pessoas de casa. E em Portugal são incontáveis. E de todos os géneros.
Pelo mundo fora, os festivais celebram-se evidenciando um aspecto único de uma comunidade. Na sua origem, estão práticas antigas. Refiro-me, por exemplo, aos que Roma celebrou em honra de deuses e vitórias; os que brindam a lua, a abundância e a união, na Ásia; ou os que celebram a chegada da Primavera. É o Festival das Cores. Ou Holi. Acontece na Índia, Guyana e Nepal. Já o judaísmo, tem um Festival das Luzes, ou Chanucá. Começa depois do pôr-do-sol do 24º dia do mês judaico de Kislev. Só para exemplificar que os festivais, não são de agora. Nem são todos filhos dos festivais da canção!
Nem pouco mais ou menos.
Falo dos festivais pautados pelos solstícios, ditados pelo calendário litúrgico de cada religião. Os festivais de todos os calendários, onde o sagrado e o profano justificam, no seu cruzamento, a festa que há por detrás de cada festival.
A palavra festa nasceu primeiro. Dizem os estudiosos. Latina, na sua origem, começou a usar-se como substantivo, depois como verbo. E da festa deriva o festival, com significados bastante próximos. Porque onde há festival, há festa, alegria, salsifré, celebração, elogio. E Portugal tem espírito festivaleiro. Novos e velhos não resistem a sair à rua para comemorar!
Sair à rua – festivalar por aí - seja para dançar, ir ao teatro, ouvir música ou simplesmente admirar jardins. Seja porque a cerveja abunda e refresca; seja porque vem aí a banda do coração. O importante é ter um motivo para festejar. E motivos não faltam. A imaginação é prodigiosa. E até o silêncio, a palavra e o riso, são mote de festival.
Os festivais, são como os cogumelos! Imensos.Todos os anos nascem mais. E há os de sempre. Como os amigos. Tão familiares que todos sabemos a sua sigla ou o seu petit-nom de cor. [...]
Escrito/editado por Marta 11 Terráqueos
Etiquetas: Amadora BD, festivais, jornais, Revistas

