sexta-feira, janeiro 30

As palavras do músico Aguardela


«OS DIAS SEM TI
SÃO TODOS IGUAIS
SÃO DIAS SEM FIM
SÃO DIAS A MAIS»
A Antena 1, na próxima segunda-feira, passa um programa sobre João Aguardela. Creio que será depois do noticiário das 22. Estarei atenta. Obrigada Ricardo Alexandre.

Comunidade de Leitores


Desta vez, o escritor convidado é João Tordo. Acabou de ser tio. E está feliz. Naturalmente. Eu sou tia de seis e...olha eu babar o teclado... amo-os tudo. Tanto. Mas não é deste sentimento, pelo menos agora, que quero falar. A razão deste poste é a Comunidade de Leitores que, amanhã, às 17 horas, se reúne, mais uma vez, na livraria Almedina, no Arrábida Shopping, em Gaia. O livro sobre o qual se vai conversar chama-se As Três Vidas, o último, do referido autor que, ao que li no seu blog, não morre de amores por Cristiano Ronaldo. E desanca-lhe, num CR0, sem margem para prolongamento. E lá volto eu a desviar-me do assunto central. Então: amanhã, o jornalista Miguel Carvalho lá estará, como sempre, a orientar o debate. Quem quiser ler um pouco, pode espreitar aqui. Mas o melhor, claro, é comprar o livro. Depois, ao que parece, há um jantar.[Esta parte tem a ver com a comunidade de comedores] Bacalhau com natas e uns poemas para aprender a dizer. Ou será a sobremesa? Sobre isto, falarei mais à frente. É que acontece no próximo fim-de-semana.

quinta-feira, janeiro 29

A Valsa com Bashir

Foi o último filme que vi. E iria vê-lo novamente.Como as sociedades recordam foi um livro que tive de ler. E ainda bem. História e Memória, foi um livro (2 volumes) que procurei ler. Lembrei-me deles, enquanto via este filme.

Aliás, a memória, individual e/ou colectiva, é um tema que me apaixona. A Valsa com Bashir é um dos melhores filmes que vi. Comovente, ali, à volta das memórias, duras de mais, de um conflito histórico. Só dispensava aquele final. Para quê, aquelas imagens reais?
«Também não gostei», disse-me o Ricardo, enquanto comentávamos o filme. «Não era necessário; é como se colassem ali um pedaço de telejornal».
Absolutamente de acordo, Ricardo! A agonia daquelas imagens reais, não retira poder à animação esplêndida.A realidade das imagens finais, não o torna mais verídico, mais incomodativo. E descobri outra coisa: ficava a noite inteira, o dia inteiro a ouvir falar hebraico!Mesmo não percebendo nada de hebraico. Talvez as vozes ajudassem, não sei.
Talvez o tom, intimista... Gostei tanto, tudo, deste filme.

Elenco
Ron Ben-Yishai ... O Próprio (voz)
Ronny Dayag ... O Próprio (voz)
Ari Folman ... O Próprio (voz)
Dror Harazi ... O Próprio (voz)
Yehezkel Lazarov ... Carmi Cna'an (voz)
Mickey Leon ... Boaz Rein-Buskila (voz)
Ori Sivan ... O Próprio (voz)
Zahava Solomon ... A Própria (voz)

Sinopse

«Uma noite, num bar, o israelita Ari Folman encontra um amigo que lhe conta como um pesadelo recorrente o atormenta cada vez mais. No sonho, o amigo de Ari é perseguido por uma matilha de 26 cães enraivecidos. 26, exactamente o mesmo número de pessoas que matou durante a guerra com o Líbano, no início dos anos 80. No dia seguinte, Ari sente uma necessidade vital de relembrar e descobrir a verdade sobre esse período da sua vida. Decide então entrevistar velhos amigos e camaradas. E quanto mais Ari mergulha no interior da sua memória, mais imagens esquecidas e perturbadoras vêm à tona. Realizado por Ari Folman, "A Valsa com Bashir" é um filme de animação autobiográfico». daqui

quarta-feira, janeiro 28

BEM-VINDOS

Escrevo em blogs desde 2004. Fui muitas Marias. Autênticas. Maria Heli, Maria Aqui.
Fui até Sleep Well! E fui tão feliz!
Assinei sempre com pseudónimo. Apesar de gostar muito do meu nome.
Mas, na realidade, fui sempre eu.
Agora, este, é o primeiro poste assinado com o nome que a minha mãe me deu.
Parece que, graças ao título do blog, (obrigada, Edu, pela inspiração) chegou a hora!
Ao que li, Marta, significa senhora em aramaico;
outros, dizem que significa senhora da casa!
Pois...
bem-vindos a casa - virtual - é certo, mas uma casa-planeta, uma casa de campo ou de praia, tanto faz! Será uma casa à qual virei sempre que possa, que isto de alimentar um blog, diariamente, tem o que se lhe diga. De qualquer forma...
Bem-vindos... mesmo que eu não tenha chegado a tempo e horas de vos receber!
Fiquem à vontade, diz aqui a senhora da casa-planeta onde, por hora, chove!
Mas água é VIDA:)